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    Rodrigo Faraco: o respeito de capitão no Figueirense

    Colunista da Hora fala sobre o Figueirense no Catarinense

    24/02/2017 - 07h38

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    Por Redação NSC
    (Foto: )

    A presença de Márcio Goiano no vestiário dá um peso maior ao Figueirense. Não há como não respeitar, com toda história e todo respaldo que ele tem junto ao torcedor. Zagueiro capitão, campeão, ídolo e técnico de acesso em 2010. Tudo isto faz com que os atletas atuais tenham que respeitar a presença dele no vestiário alvinegro e o que ele diz.

    Já é bem diferente de outros técnicos que só passaram e nada fizeram recentemente. Foi esta a primeira mudança no Figueirense do jogo contra o Rio Branco para o jogo contra o Avaí. É um primeiro passo para que o time se organize, com orientações que vão ser ouvidas e executadas. Goiano tem que usar este respaldo a favor dele e do Figueirense.

    Bonificação

    No novo acordo do Figueirense com a Caixa existem cláusulas de bonificação por meta. O contrato é mesmo de R$ 2,4 milhões, como antecipei aqui nesta semana. Acontece que o clube poderia ter mais R$ 1 milhão por metas estabelecidas.

    São elas o título do Catarinense, a classificação entre os quatro primeiros na Série B e alcançar o segundo semestre da Copa do Brasil. Uma das metas já se foi, com a eliminação na Copa do Brasil. Valia R$ 300 mil. Portanto, se cumprir as outras duas metas, o clube ainda pode incrementar a receita em mais R$ 700 mil, totalizando R$ 3,1 milhões no ano.

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