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Rodrigo Faraco: O turno do Catarinense foi azul

O Avaí, com seis vitórias e três empates, não teve concorrentes

05/03/2017 - 17h57

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Por Redação NSC
(Foto: )

A história do turno da catarinense é só uma: a história do Avaí. Não houve um segundo roteiro. O Avaí, com seis vitórias e três empates, não teve concorrentes. Nunca teve. Na tabela foi superior e no futebol também. Terminou com o luxo de colocar em campo um bom time reserva na última rodada. Isto porque a conquista ainda veio por antecipação. O grande mérito do Avaí foi saber aproveitar o trunfo que tinha por ter mantido a base da equipe do ano passado. Isto fez toda a diferença. O conjunto da equipe foi o que desequilibrou as partidas. Uma equipe sólida, segura e que soube o que fazer com as dificuldades em cada uma das partidas.

Vinicius Pacheco

Foi o fato positivo do jogo da Ressacada. O meia atacante, enquanto esteve em campo, esteve muito bem. Na função de armação das jogadas, Vinicius Pacheco soube distribuir, com bons passes, boa movimentação e leitura de jogo. O gol é um sinal de que pode ser uma nova fase pra ele na carreira. Vai ser um jogador importante para a temporada. É um atleta que pode desafogar o capitão Marquinhos, que, às vezes, fica sobrecarregado na organização do time.

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