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    Saavedra: Fila da cirurgia chega a 10,2 mil em Joinville

    A especialidade que lidera procura na rede pública é a oftalmologia, com 1,8 mil pacientes em espera

    13/03/2017 - 03h11

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    Por Redação NSC

    Depois da queda ao longo de 2015, a fila por cirurgias na rede pública voltou a crescer e agora são 10,2 mil pessoas aguardando pelo procedimento. No início do ano passado, a demanda estava em torno de 8 mil pessoas. A checagem atual foi feita neste domingo, no site da Secretaria de Saúde de Joinville. A comparação com anos anteriores ao início da divulgação pela internet, iniciada em 2014, é complicada porque a demanda passou por pente-fino e pode ocorrer distorções.

    Há ainda em torno de 650 pacientes não localizados pela secretaria via telefone ou por meio de agentes comunitários e outros 300 com cirurgia à espera de remarcação da cirurgia porque não puderam fazer o procedimento por causa de condições de saúde. Praticamente um terço da fila das cirurgias na oftalmologia. Só de catarata, são 1,8 mil pacientes esperando o atendimento. O restante da fila na especialidade é formado por quem precisa de fotocoagulação e outros procedimentos nos olhos.

    Vitória de Lia

    Na condição de aposentada, desde o ano passado, Lia Abreu não pretende voltar à atuar na Prefeitura de Joinville, mas a fiscal conseguiu uma vitória no Judiciário: o Tribunal de Justiça atendeu ao recurso dela e a reintegrou como fiscal da Vigilância Sanitária, anulando medida de 2015 do município. Lia ficou conhecida por sua atuação em escolas, cuja fiscalização motivou interdições.

    Com zelo

    Lia Abreu foi surpreendida em 2015 com a "transferência" para o cargo de agente administrativo, após décadas de atuação na Vigilância Sanitária. A decisão do TJ cita o "rigor, zelo e dedicação" da fiscal e anulou a decisão da Prefeitura porque não foi instaurado processo administrativo específico para determinar a volta de Lia ao seu cargo de origem.

    Emprego na construção

    A construção civil reagiu em janeiro e criou mais de 400 vagas na arrancada de 2017 em Joinville. O número é expressivo, até porque, em janeiro de 2016, só surgiram sete novos postos de trabalho. Mas ainda está longe

    de recuperar os cortes dos últimos dois

    anos, quando o setor eliminou 969 vagas.

    Sem licença

    Em dois anos de tratativas, ainda não foi liberado o licenciamento ambiental para a construção do Centro de Inovação Tecnológica de Joinville, pelo governo do Estado. Por enquanto, a Secretaria de Meio Ambiente de Joinville não autorizou nem o corte da vegetação nem concedeu a licença ambiental prévia.

    Até abril

    O terreno para a construção do centro fica na Univille e foi doado pela universidade ao Estado em abril de 2013. O prazo previa início da construção em até dois anos - a lei terá de ser prorrogada ou o centro será perdido. A unidade terá estrutura de incubadora para empresas de base tecnológica, com laboratório e espaços para treinamento.

    Mais ICMS

    A Prefeitura de Joinville teve liminar negada na ação sobre ICMS apresentada no ano passado contra o governo do Estado - a ação envolvendo o Fundosocial, protocolada em 2017, ainda não foi julgada pelo TJ. No processo com decisão, ainda que provisório, o município queria uma

    fatia maior no ICMS.

    Maior fonte

    A ação questionava critério adotado pelo Estado em relação à movimentação de centro de distribuição. A decisão em primeira instância considerou o cálculo correto. A Prefeitura pode recorrer da decisão. O ICMS é a principal receita de Joinville, com

    R$ 411 milhões recebidos no ano passado.

    Volta do rodeio?

    O CTG Chaparral conseguiu suspender no TJ a liminar de proibição de provas com animais no Rodeio Nacional Crioulo, realizado anualmente em Joinville. Os bichos só podiam ser usados em mostras. A ação foi feita por três entidades de defesa dos animais com a alegação de maus tratos. Nova edição do rodeio está nos planos, mas há pendências a serem resolvidas junto à Prefeitura.

    Prospecção

    A ADR de Joinville avaliando locais da cidade para receber mais escolas de ensino médio. O estudo leva em conta a disponibilidade de áreas e também a demanda por alunos. Hoje, são duas escolas em fase final de construção, no Vila Nova e no Parque Guarani. Um ponto mapeado é o Paranaguamirim.

    Doações

    Nesse bairro da zona Sul, a escola Maria Marli de Souza tem 1,5 mil alunos, incluindo ensino fundamental. Também estão em análise áreas nos bairros Aventureiro, Comasa, Iririú e Morro do Meio. No caso do Aventureiro e do Morro do Meio, há terrenos doados pela Prefeitura ainda na década passada.

    Volta do Manda Brasa

    Na retomada dos encontros do Manda Brasa, comandados por Mauro Mariani, a expectativa é se Udo Döhler e pelo menos parte dos seus secretários vão aparecer. Mariani e Udo, como se sabe, são pré-candidatos ao governo do Estado. A partir de abril, as reuniões serão sempre na primeira segunda do mês.

    "E aí, vai mesmo?"

    Na passagem pela Festa do Palmito, no domingo, Udo Döhler ouviu perguntas sobre a disputa de 2018, se vai mesmo concorrer a governador. Como adora ser questionado sobre o assunto, o prefeito sorria e dizia que vai seguir "ajudando Joinville". Ou seja, não nega, nem confirma.

    Absolvição

    A 1ª Vara da Fazenda Pública de Florianópolis considerou improcedente a ação de 2012 do MP contra Marco Tebaldi (PSDB) e empresa de serviços de informática. A alegação era de improbidade pela contratação emergencial da empresa pela Secretaria de Estado da Educação no início de 2011, depois de o tucano assumir o cargo de secretário. O MP também citou que a contratação foi feita antes de autorização prévia do grupo gestor do governo do Estado.

    Sem prejuízo

    Em liminar de 2013, Tebaldi chegou a ficar com parte dos bens indisponíveis. A sentença da semana passada apontou que a contratação emergencial, com dispensa de licitação, era necessária e não causou prejuízos. Além disso, a concorrência tinha sido suspensa no final de 2010 antes de Tebaldi ser nomeado secretário. E o grupo gestor, posteriormente, aprovou a contratação.

    Sugestão

    Cidadão escreve para defender o uso da mão inglesa na rua Otto Nass, no Bom Retiro, zona Norte de Joinville. Seria uma medida para ajudar no trânsito pesado da via de ligação entre a Tenente Antôno João e a Santos Dumont.

    Cotada

    A agência dos Correios mapeada para fechamento em Joinville é a do Iririú. No País, serão 250.

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