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Greve de estudantes 

Servidores da UFSC fazem assembleia nesta quinta-feira 

Pauta do encontro envolve situação atual da universidade, mas não possui discussão inicial sobre greve. Professores vão discutir paralisação na próxima semana 

11/09/2019 - 19h28

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Redação
Por Redação DC
Funcionamento da universidade mudou por causa das dificuldades enfrentadas pela universidade e pela recente greve de estudantes
Funcionamento da universidade mudou por causa das dificuldades enfrentadas pela universidade e pela recente greve de estudantes
(Foto: )

Após os estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) decidirem entrar em greve, as expectativas se voltam para as outras categorias que compõem a universidade: professores e servidores técnicos.

O primeiro grupo que vai se reunir é o de servidores. A categoria tem assembleia marcada para as 14h desta quinta-feira, no hall de entrada da reitoria. No entanto, os servidores ainda não devem decidir sobre eventual início de uma greve.

O coordenador-geral do sindicato dos trabalhadores da UFSC (Sintufsc), Celso Ramos Martins, explica que a pauta do encontro é discutir a situação da universidade como um todo, sem uma votação específica sobre adesão a uma greve. Apenas se algum integrante sugerir que esse tema entre na pauta é que os profissionais devem decidir um posicionamento sobre paralisação.

A expectativa dos servidores é por uma plenária nacional que ocorre no sábado e no domingo, em Brasília. Lá, deve ser avaliada uma proposta de uma mobilização nacional dos servidores técnicos de universidades federais, que em todo o país têm sido prejudicadas pelo corte de verbas do orçamento pelo governo federal.

No total, cerca de 3,3 mil pessoas atuam como servidores técnicos na UFSC segundo o sindicato.

Professores discutem greve a partir de segunda-feira

Já os professores da UFSC têm assembleia marcada para a segunda-feira, especialmente para decidir se entram ou não em greve contra os bloqueios no orçamento da universidade. A votação vai ocorrer pelos três dias seguintes à assembleia, de terça a quinta-feira, em urnas eletrônicas.

No total, 2,7 mil professores devem se posicionar sobre a situação.

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