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    Técnico da Chapecoense diz que tirou um peso das costas

    Claudinei Oliveira vinha de uma série de 20 jogos sem vencer

    28/10/2018 - 02h52

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    Por Redação NSC
    Claudinei Oliveira recuperou jogadores, uniu o grupo e conseguiu a vitória sobre o América, o que dá esperança para a Chape
    Claudinei Oliveira recuperou jogadores, uniu o grupo e conseguiu a vitória sobre o América, o que dá esperança para a Chape
    (Foto: )

    A vitória diante do América-MG, neste sábado, na Arena Condá, foi muito importante para a Chapecoense, que quase saiu do Z4 ao chegar em 34 pontos. Só não saiu da zona de rebaixamento pois perde nos critérios de desempate para o próprio América.

    Agora imagine a importância dessa vitória para quem não vencia há 20 jogos. Essa era a situação do técnico Claudinei Oliveira, que vinha de uma série negativa no Sport e Paraná. Embora o treinador tenha ressaltado que o mais importante foi os três pontos para a Chapecoense, não há como negar que, para o comando do time, também foi importante quebrar essa sequência que poderia trazer desconfiança ao trabalho.

    - Era uma coisa que me incomodava, tive boas campanhas como o acesso no Avaí, mas aí começa a não vencer e fica rotulado por não vencer tantos jogos. Estou feliz. Mais feliz pela vitória da Chapecoense. Mas fico feliz também individualmente pois era algo que estava me incomodando. Tirou um peso das minhas costas – disse o treinador.

    Ele também ressaltou a importância do bom resultado para a sequência do trabalho. Lembrou que, dos quatro primeiros jogos sob seu comando, a Chapecoense teria três jogos fora. Isso aumentava a necessidade de vencer o América-MG, para agora ir para os dois jogos longe da Arena Condá, com mais confiança no trabalho.

    Claudinei Oliveira disse que espera três, quatro ou seis pontos diante de Bahia e Santos. Para isso vai ter que fazer a Chapecoense vencer pela primeira vez fora de casa.

    Mas o treinador já demonstrou estar no caminho certo. Primeiro ao reintegrar o atacante Wellington Paulista, que entrou no segundo tempo e marcou o gol decisivo contra o América-MG.

    Depois por promover a presença de todo o elenco no vestiário. Terceiro por fazer um treino aberto na sexta-feira à noite, na Arena Condá, para aproximação com o torcedor. Mais de 13 mil pessoas estiveram presentes no sábado.

    Quarto por resgatar jogadores que estavam em baixa, como Canteros, o volante Orzusa, que entrou durante a partida, e o meia-atacante Osman, que iniciou a partida. Além do próprio Wellington Paulista, é claro.

    O treinador disse que, no caso da reintegração do atacante, queria ver a melhor decisão para o clube. Mas dividiu o mérito com a diretoria e com o próprio atleta.

    Claudinei Oliveira mostrou que sabe como funciona a Chapecoense. Afinal, já enfrentou o Verdão do Oeste muitas vezes, nos dois anos que ficou no Avaí. O treinador disse que sabe que a missão é difícil, mas já deu esperança ao torcedor.

    - É um resultado que já dá uma animada na torcida e na diretoria – disse o vice-presidente do clube, Ivan Tozzo. O presidente, Plínio David de Nes Filho, já está com a calculadora na mão e acredita que é possível escapar com 42 ou 43 pontos. Por esse cálculo restam sete jogos para somar nove pontos.

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