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    Técnico da Chapecoense pede apoio da torcida: “Eu ainda acredito” 

    Marquinhos Santos se apega à matemática para tentar motivar o torcedor contra o Cruzeiro

    10/10/2019 - 07h00

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    Darci
    Por Darci Debona
    Chapecoense perdeu por 2 a 0 para o Fortaleza
    Após derrota para o Fortaleza o técnico da Chapecoense, Marquinhos Santos, pediu apoio da torcida na Arena Condá
    (Foto: )

    A distância da Chapecoense para o primeiro time fora da zona de rebaixamento, que é o CSA, aumentou para dez pontos após a derrota por 2 a 0 para o Fortaleza, nesta quarta-feira, no Castelão. Mesmo assim o técnico Marquinhos Santos não jogou a toalha. Ele fez questão de convocar o torcedor para apoiar o time no confronto deste domingo, às 19h, contra o Cruzeiro.

    - Torcedor não pode deixar de acreditar. Que venha conosco jogar junto. Mas não adianta vaiar no primeiro passe errado. Depois do jogo se não conseguir faça a manifestação, mas de uma forma legal. Eu ainda acredito. Só vou deixar de acreditar quando matematicamente não der mais – disse o treinador.

    Ele lembrou que o Fluminense, em 2009, e o Coritiba, em 2014, quando era técnico, escaparam em situação mais difícil.

    O treinador reconheceu que o desempenho de apenas um ponto em cinco jogos sob o seu comando está incomodando. Mas ressaltou que o time vem melhorando a cada partida e teve quatro ou cinco chances de marcar contra o Fortaleza. Ele voltou a reclamar que a equipe só cria coragem de atacar depois que leva o gol.

    Avaliou que no primeiro tempo as duas equipes não jogaram mas produziram no segundo tempo e a Chape saiu atrás no marcador em um erro.

    Questionado na entrevista coletiva se o fato de haver atraso no direito de imagem dos jogadores poderia estar influenciando no resultado o técnico negou qualquer possibilidade.

    - Isso não interfere. Aqui os jogadores tem vergonha na cara, são muito honrados. Claro que incomoda mas não é determinante. Não é desculpa para os pontos perdidos. Já treinei time em que os jogadores largaram a competição, como no Coritiba, que quase caiu. Aqui não. São pais de família que procuram honrar a camisa da Chapecoense – afirmou.

    Apesar de não poder contar com o volante Márcio Araújo e o atacante Everaldo no jogo contra o Cruzeiro, o técnico espera contar com o lateral Eduardo. Contra o Fortaleza Márcio Araújo jogou improvisado na lateral.

    Ele comparou o jogo contra o Cruzeiro como se fosse uma guerra. Isso porque o Cruzeiro também está na zona de rebaixamento, com 21 pontos. A Chapecoense é a lanterna com 15. Para o treinador da Chapecoense, o time precisa voltar a ter sua identidade, de um time lutador. Também precisa recuperar a força da Arena Condá.

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