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    Tecnologia: raio-x traz dificuldades de quem inicia no mercado

    Startup de Florianópolis faz mapeamento do mercado de trabalho para desenvolvedores

    25/01/2020 - 07h20

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    Por Fabrício Vitorino
    Empresa de tecnologia
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    Sobrecarga, insegurança, falta de supervisão, de documentação e perspectiva. Essas são as principais conclusões do mapeamento do mercado de trabalho para desenvolvedores, os “DEVs”, feito pela Codenation – startup de Florianópolis especializada em recrutamento e aceleração de carreiras na área de tecnologia.

    – Ao iniciar o estudo, não sabíamos muito bem o que esperar dos resultados. A intenção era entendermos quem são as pessoas iniciando carreira em tecnologia e como empresas de tecnologia, podemos melhorar para incluí-las no setor – explica, logo no início do relatório, Krislaine Varela, cofundadora da empresa.

    Ao todo, foram entrevistadas 2.134 pessoas entre 21/11/2019 e 5/12/2019, sendo que metade já atua profissionalmente. Ao serem questionadas sobre as dificuldades para entrar no mercado de tecnologia, três obstáculos se sobressaem: falta de experiência (56,6%), falta de conhecimento alinhado às necessidades do mercado (42,4%) e falta de oportunidades locais (27%). Esses obstáculos refletem porque apenas 22,8% dos respondentes não encontraram dificuldades para entrar no ramo tecnológico.

    Um dado interessante da pesquisa é sobre a retenção de talentos. Apenas 1,5% dos entrevistados apontam salário como uma motivação para troca de emprego no setor. Para 42,1%, a vontade de aprender outras tecnologias é o principal estímulo, junto com a insatisfação com o ambiente de trabalho (30,7%).

    A pesquisa faz ainda um interessante retrato do mercado. Se um dia foi quase totalmente masculino, hoje as mulheres são 33% do mercado de desenvolvedores. Porém, segue sendo um dominado por brancos (57,3%), contra 10,4% de profissionais que se declaram negros. E 81% do mercado tem entre 18 e 35 anos.

    – Os resultados foram além do que esperávamos. Demonstraram uma falta de alinhamento de expectativas entre as partes envolvidas e uma alta exigência dos novos profissionais ligada à falta de suporte vindo da empresa – conclui Krislaine.

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    (Foto: )

    Bloqueio de telemarketing

    Desde 2016, 68,6 mil consumidores catarinenses já se cadastraram no site do Procon de Santa Catarina para bloquear ligações de telemarketing. A legislação define que se o usuário continuar a receber telefonemas, após 30 dias do cadastro, é possível fazer uma reclamação no Procon e a empresa pode ser autuada.

    Para fazer o cadastro, o consumidor deve inscrever o número de telefone, fixo ou móvel, no site do Procon. Depois de feita a inscrição, ele deve aguardar uma senha que será enviada por e-mail, que permite excluir e incluir números de telefones. O número cadastrado fica bloqueado por prazo indeterminado e é possível cancelar a inscrição a qualquer momento.

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    Qualidade das praias

    O site balneabilidade.ima.sc.gov.br, que avalia a qualidade da água nas praias de Santa Catarina, teve aumento de 53% nos acessos, entre dezembro de 2019 e janeiro de 2020, no comparativo com o mesmo período no ano anterior. Foram 132 mil acessos de usuários do Brasil e do exterior.

    Os catarinenses lideram as buscas, seguidos por turistas do PR, RS e SP. De fora do Brasil, os argentinos lideram, seguidos por paraguaios, uruguaios e norte-americanos.

    No site, além de ter o relatório atualizado a cada semana, que verifica se as praias estão próprias ou impróprias para o banho (contaminadas por esgoto doméstico), os banhistas têm ainda o histórico de cada um dos 231 pontos analisados pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA).

    São necessários testes feitos ao longo de 5 (cinco) semanas consecutivas de coleta para se obter um resultado tecnicamente confiável.

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