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    Ticiano Osório: "Filme da Mulher-Maravilha é bobo e previsível" 

    Assistimos ao longa da super-heroína, que já pode ser visto nos cinemas de Porto Alegre  

    31/05/2017 - 12h47 - Atualizada em: 02/06/2017 - 07h28

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    Por Redação NSC
    A israelense Gal Gadot encarna a nova versão da super-heroína Mulher-Maravilha, que chega aos cinemas nesta quinta
    A israelense Gal Gadot encarna a nova versão da super-heroína Mulher-Maravilha, que chega aos cinemas nesta quinta
    (Foto: )

    Sombrio, pesado e violento: fator Martha excluído, essa foi uma das principais críticas a Batman vs. Superman. No estabelecimento do universo cinematográfico da editora DC, a Warner quis se distanciar do mundo mais leve e colorido de seu concorrente, a Marvel Studios. Acabou se distanciando da imprensa (a recepção foi amplamente negativa) e do público — claro, o filme atraiu multidões, mas, com US$ 873 milhões arrecadados, nem encostou na bilionária bilheteria de Vingadores (2012), Vingadores: A Era de Ultron (2015), Homem de Ferro 3 (2013) e Capitão América: Guerra Civil (2016), todos com super-heróis da rival.

    O recado foi dado e ouvido: já na abertura de Mulher-Maravilha, com sessões de pré-estreia a partir desta quarta (31) e em cartaz a partir de quinta (1º), o tom sinistro dá lugar à ensolarada ilha de Themyscira (também conhecida pelos fãs mais antigos como Ilha Paraíso), lar das amazonas gregas. A origem trágica de Batman e Superman, ambos órfãos, cede espaço à infância idílica de Diana. É como se Warner e DC estivessem dizendo: por favor, venham todos ver, este filme é para toda a família, é leve.

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    Virou demais o fio. Mulher-Maravilha revela-se uma aventura ingênua — a ponto de carregar uma "mensagem" sobre o poder do amor. Em lugar do choque provocado por algumas cenas de BvS, oferece previsibilidade (dou um prêmio para quem não antever um twist). A dramaturgia é rasa — exemplo sem spoiler: em Themyscira, Hipólita (Connie Nielsen), a rainha das amazonas e mãe de Diana, não quer que sua filha aprenda a arte de guerrear com a tia, Antíope (Robin Wright). Quando flagra as duas em treinamento, a soberana dá um pito em ambas, mas basta um único diálogo para provocar uma guinada de 180° na cabeça de Hipólita.

    Já escrevi três parágrafos e ainda não falei de Gal Gadot. É chover no molhado: pode-se dizer que o filme da Mulher-Maravilha só existe por causa da atriz israelense, que foi presença magnética em Batman vs Superman e que empresta leveza e dignidade à personagem. A câmera a ama, e os roteiristas também: para que seus eventuais vacilos na pronúncia da língua inglesa não chamassem atenção, todas as mulheres de Themyscira falam um inglês pesadão.

    Bom, eu não vou a um filme de super-herói para ver dramaturgia nem para examinar a pronúncia dos atores, você pode estar pensando; eu quero é saber da ação. As notícias que trago não são tão boas. A ilha é a ilha de excelência: as cenas de combate, com ângulos inusitados e muita câmera lenta, empolgam, e lá, também, a diretora Patty Jenkins apresenta uma bonita solução visual para narrar a história dos deuses gregos e sua relação com a humanidade. Quando a heroína vai parar no front da Primeira Guerra Mundial (deveria ser a Segunda, mas daí poderia gerar semelhanças e comparações com o primeiro filme do Capitão América — o problema agora é explicar como a Mulher-Maravilha ficou quase cem anos fora do radar e sem ganhar uma ruga), a computação gráfica começa a aparecer demais — repare na velocidade dos personagens digitais. Tudo vai pelos ares no tradicional e famigerado duelo de videogame, regado a raios de luz, voz distorcida e destruição de patrimônio alheio.

    Confira onde assistir ao filme:

    PRÉ-ESTREIA (QUARTA-FEIRA)

    Cópias 3D dubladas

    Cineflix Total 2 (20h, 22h50)

    Cinemark Ipiranga 3 (20h)

    Cinemark Ipiranga 5 (21h)

    Cópias 3D legendadas

    Cinemark Barra 2 (22h)

    Cinemark Barra 4 (20h)

    Cinemark Barra 5 (21h)

    Cinespaço Wallig 5 (21h20)

    GNC Iguatemi 5 (21h30)

    GNC Praia de Belas 2 (21h30)

    ESTREIA (A PARTIR DE QUINTA-FEIRA)

    Cópias IMAX 3D dubladas

    Cinespaço Wallig 8 (15h)

    Cópias IMAX 3D legendadas

    Cinespaço Wallig 8 (18h, 21/h)

    Cópias 3D dubladas

    Cineflix Total 1 (13h30, 16h20, 19h10, 22h)

    Cinemark Barra 2 (17h45)

    Cinemark Ipiranga 3 (14h50, 17h50, 21h)

    Cinemark Ipiranga 4 (13h50, 17h05, 20h10)

    GNC Iguatemi 4 (13h20, 18h40)

    GNC Praia de Belas 1 (13h20, 18h40)

    Cópisa 3D legendadas

    Cinemark Barra 2 (21h)

    Cinemark Barra 4 (13h50, 17h05, 20h10)

    Cinemark Barra 5 (18h30, 21h40)

    Cinemark Barra 7 (19h10, 22h20)

    Cinespaço Wallig 4 (17h50, 20h50)

    GNC Iguatemi 4 (16h, 21h20)

    GNC Praia de Belas 1 (16h, 21h20)

    Cópias dubladas

    Arcoplex Boulevard 1 (13h30, 16h10, 18h50, 21h30)

    Arcoplex Rua da Praia 1 (14h, 16h40, 19h20)

    Cine Victória 1 (14h, 16h45, 19h30)

    Cineflix Total 5 (13h45, 16h35, 19h25, 22h15)

    Cinemark Ipiranga 5 (18h50, 22h)

    Cinespaço Wallig 2 (14h, 17h, 20h)

    Espaço Itaú 7 (14h, 17h, 20h)

    GNC Lindoia 1 (13h30, 16h20, 19h, 21h40)

    GNC Iguatemi 6 (16h40, 22h)

    GNC Praia de Belas 5 (16h40, 22h)

    Cópias legendadas

    Espaço Itaú 4 (15h, 18h, 21h)

    GNC Iguatemi 6 (14h, 19h20)

    GNC Praia de Belas 5 (14h, 19h20)

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