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Mundial 2018

Uma seleção para ficar de olho nesta Copa do Mundo

Um time completo com jogadores de diferentes países que merecem a atenção da torcida

10/06/2018 - 04h46 - Atualizada em: 10/06/2018 - 05h01

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Por Redação NSC
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Melhores do mundo, o mais velho do Mundial, o candidato a bonitão da Copa e símbolo de renovação. Montamos uma seleção com craques reconhecidos e jogador não tão conhecidos mas que você precisa estar atento no decorrer da disputa na Rússia.

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GOLEIRO

Essam El-Hadary (Egito)

Pode ser titular, já que disputa a posição com o companheiro Moha Al-Shenawi, com revezamento entre eles nos últimos amistosos, contra Colômbia e Bélgica. El-Hadary atrai a atenção por um fato pitoresco: é o jogador mais velho desta Copa do Mundo. O egípcio tem 45 anos, completados em janeiro. É pouco conhecido pela breve presença no futebol europeu — defendeu o Sion, da Suíça, por duas temporadas. A maior parte da carreira foi no país de origem e no futebol árabe. Atualmente, é o goleiro do Al Taawon, da Arábia Saudita.

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ZAGUEIROS

Diego Godín (Uruguai)

O zagueiro vai para sua terceira Copa do Mundo e desta vez será o maior representante da garra charrua, que caracteriza a equipe. Ele assumiu a braçadeira de capitão no decorrer do Mundial no Brasil, por causa da lesão do companheiro Diego Lugano. Aos 32 anos, o defensor do Atlético de Madrid, da Espanha, pode estar em sua última Copa e, também por isso, tem propagado que o Uruguai pode ser campeão do torneio pela terceira vez. O time não é favorito, mas tem um ataque poderoso com Cavani (PSG) e Suárez (Barcelona).

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John Stones (Inglaterra)

É um dos tantos jogadores que fazem parte da renovação do English Team. Como há muito não ocorria, a Inglaterra entra em um Mundial com os adversários preocupados não apenas com a sua tradição. Entre os novos nomes da equipe está o zagueiro de 24 anos. O jogador que ganhou espaço jogando com o Everton agora é um dos integrantes do elenco estelar do Manchester City, atual campeão inglês e comandado por Pep Guardiola. Ainda, leva perigo aos adversários no jogo aéreo.

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LATERAL-DIREITO

Mário Fernandes (Rússia)

A familiaridade do nome não é por acaso, e realmente destoa em relação aos companheiros da seleção do país-sede. O jogador de 27 anos é brasileiro, natural de São Caetano do Sul (SP). Em 2011 ele negou uma convocação para a Seleção Brasileira já pensando na naturalização russa e em defender o selecionado anfitrião da Copa. Destaque do Grêmio, chegou no CSKA Moscou em 2012. Naturalizado, defende a Rússia desde 2017. Mário Fernandes está cotado como titular.

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LATERAL-ESQUERDO

Jonas Hector (Alemanha)

A atual campeã mundial vai para a Copa do Mundo renovada. Quatro anos depois de levantar a taça Fifa, a Alemanha foi para a Rússia com apenas nove jogadores que estiveram no Brasil. Um dos nomes da renovação está na lateral esquerda. O atleta de 28 anos que defende o Colônia vai ser o sucessor do Phillipp Lahm, que defendeu a seleção alemã por uma década e esteve em campo por mais de 100 jogos pela equipe. Hector também atua no meio de campo e tem três gols pela Alemanha, desde 2014.

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MEIAS

Andrés Iniesta (Espanha)

Na reta final da carreira, será a última Copa do craque-camisa da Espanha. Motivo suficiente para ficar de olho no jogador de 34 anos. Ao final da temporada europeia, ele se despediu do Barcelona, clube que defendeu por toda a carreira, e foi para o Vissel Kobe, do Japão. Na Rússia vai disputar seu quarto Mundial e será o condutor dentro de campo, braço do treinador Julen Lopetegui. Vale a espiada no camisa 8 também porque foi de autoria dele o gol que deu à Fúria o único titulo mundial, em 2010.

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Kevin De Bruyne (Bélgica)

É cotado como o próximo craque global, com talento e principal jogador de um Manchester City em ascensão mundial. Mas diferente de seleções que têm um jogador para carregar a equipe, o meia de 26 anos conta com suporte de companheiros como Mertens (Napoli), Hazard (Chelsea) e Lukaku (Manchester United) para fazer da Bélgica realidade na terceira Copa seguida em que entra como candidata a estar entre os semifinalistas, pelo menos. A expectativa é que apresente na Rússia o arsenal de jogadas e finalizações que o fizeram estrela na última Premier League.

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James Rodríguez (Colômbia)

O simples fato de ter sido o artilheiro da última Copa do Mundo é o bastante para que esteja na lista. Mas a esperança, inclusive dos colombianos, é que o atleta de 26 anos apresente mais no segundo Mundial que vai disputar. É que depois da disputa no Brasil virou nome muito conhecido no futebol: defendeu o Real Madrid por três temporadas e agora é uma das estrelas do Bayern de Munique. Tem a missão de levar sua seleção o mais longe o possível e deve ser o homem-gol da equipe.

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ATACANTES

Cristiano Ronaldo (Portugal)

Cinco títulos de melhor jogador do mundo (2008, 2013, 2014, 2016 e 2017) bastam para que seja alvo da atenção do mundo durante a disputa em solo russo. CR7 chega como atual detentor da façanha e maior nome da equipe lusa. A expectativa é de que sua atuação vá além do que é capaz de fazer com a bola nos pés. O gajo liderou o time ao título da última Eurocopa, em 2016, e deve exercer este papel outra vez para fazer seu time ir adiante na Rússia.

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Lionel Messi (Argentina)

Também estrela do Mundial pelos cinco títulos de melhor jogador do mundo (2009, 2010, 2011, 2012 e 2015), o argentino tem a mesma missão de duas das três Copas que disputou: levar os Hermanos até a taça. A primeira dele, em 2006, ainda era jovem, mas em 2010 e 2014 era protagonista no futebol mundial e não conseguiu repetir as atuações que tem no Barcelona e que o levaram as conquistas individuais ou disputar com CR7 por elas. Não é descartado que Lio faça na Rússia sua última Copa do Mundo.

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Olivier Giroud (França)

Além do faro de goleador — com três tentos em cinco amistosos neste ano pela seleção —, o francês também tem a preferência para um prêmio não-oficial, o de bonitão da Copa. Porém a missão na ofensiva dos Bleus não permite sorrisos quando a bola estiver em jogo. O jogador de 31 anos e 1,92m é o principal homem de ataque porque Karim Benzema, do Real Madrid, não atua mais pela seleção francesa. Cabe ao jogador de Chelsea ser a referência do ataque que tem Griezmann e Mbappé.

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