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Vacinação dos professores e medidas sanitárias marcam a volta às aulas em Florianópolis

Retorno seguro exige compromisso e atenção de toda a comunidade escolar

21/06/2021 - 13h23

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Por Estúdio NSC
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Escolas seguem protocolo para retorno às aulas
(Foto: )

— Em função da gravidade da pandemia, o prefeito da Capital colocou a vacinação como prioridade nº 1 da gestão, e, assim, pôde vacinar todos os profissionais da educação, entre professores, servidores e terceirizados, em todo o território de Florianópolis, desde a Educação Infantil até as instituições de Ensino Profissionalizante e de Superior — comemora o secretário de Educação de Florianópolis.

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A imunização dos profissionais da educação faz com que o dia a dia nas unidades de educação do município seja mais seguro. No entanto, segundo a Secretaria Municipal de Educação, 70% dos professores e auxiliares de sala não aderiram à greve e, por essa razão, o retorno total às atividades foi natural, pois os protocolos já vinham sendo seguidos pela comunidade escolar desde o início do ano letivo.

— Somente 30% dos profissionais da educação da rede pública municipal fizeram greve. Com isso, o retorno dos grevistas foi bastante tranquilo, já que 96% as unidades estavam funcionando normalmente, com cumprimento das medidas sanitárias, como distanciamento, utilização de álcool em gel e aferição da temperatura na entrada das creches e escolas. Aproveito, inclusive, para agradecer aos profissionais que não aderiram à greve e se mantiveram atuantes em suas unidades. Com a determinação do fim da greve pela justiça, a educação de Florianópolis voltou a atuar de forma plena — afirma o secretário.

Além da vacinação, a Prefeitura de Florianópolis, por meio da Secretaria de Educação do município, tem como compromisso sanitário a distribuição de equipamentos de proteção individual (EPIs), como máscaras e aventais descartáveis, e de álcool 70% e produtos desinfetantes em todas as unidades de ensino, e a fiscalização das normas listadas no Plano de Contingência (Plancon) de cada escola ou creche.

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Desde o ano passado, todas as unidades de ensino (municipais, estaduais ou federais, públicas ou privadas, em todos os níveis de ensino) presentes no município de Florianópolis precisam elaborar um Plano de Contingência escolar, tendo como base o plano de contingência estadual e municipal. No entanto, o governo municipal destaca que a segurança da comunidade escolar deve ser um compromisso entre professores, funcionários, pais/responsáveis e alunos. Somente com o esforço individual é possível frear o contágio por coronavírus.

Cuidados necessários para prevenir a Covid-19 nas escolas

Assim como em outras doenças, prevenir a contaminação pelo coronavírus é a melhor maneira de barrar o aumento dos números da Covid-19 no país. Nas escolas, a segurança sanitária deve ser um compromisso de todos! Entendendo isso, a Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis vem atuando para conscientizar a comunidade acadêmica sobre suas responsabilidades, além de disponibilizar EPIs, materiais de higiene em todas as unidades e de fiscalizar o cumprimento das regras.

Proteção e prevenção são palavras de ordem no retorno das atividades escolares, e os protocolos são unânimes em orientar as ações que devem ser adotadas por todos, delegar responsabilidades e reforçar a importância de se comunicar qualquer descumprimento às normas sanitárias.

Durante a vigência dos planos de contingência, será cobrado o distanciamento social, o uso correto de máscaras (cobrindo completamente o nariz e a boca, podendo ser retirada somente para comer ou para tomar água), e a higienização constante das mãos com água e sabão ou com álcool em gel 70%. Dentro das boas práticas para o convívio escolar, professores e auxiliares de sala receberam a orientação de promover atividades que possam ser realizadas sem o toque entre os alunos e sem o compartilhamento de materiais e brinquedos. As salas de aula e demais espaços de uso comum devem permanecer com as janelas abertas e bem ventilados.

As rotinas escolares foram reorganizadas. Os horários de entrada, saída, refeições e intervalos foram planejados de modo a evitar a aglomerações, e a circulação e permanência nas instalações e nos pátios estão restritas. A entrada nas unidades de ensino é monitorada com a aferição de temperatura, limpeza das mãos com álcool em gel 70%.

A limpeza e sanitização dos ambientes também foi alterada: as equipes de limpeza foram orientadas a redobrar os cuidados, principalmente com as superfícies nas áreas comuns, como maçanetas e corrimãos, e, além da limpeza comum, é feita a desinfecção das salas de aula e demais locais com produto sanitizante.

O que fazer em casos de contaminação

A Secretaria de Educação afirma que é fundamental que todos os casos suspeitos de Civid-19 – de profissionais, aluno, pais ou responsáveis – sejam comunicados à direção da creche ou escola e que alunos e profissionais da educação com sintomas da doença sejam dispensados das atividades até que seja descartado o contágio.

Os sintomas mais comuns da Covid-19 são: tosse seca, coriza, perda do olfato e/ou do paladar, dores no corpo, irritação na garganta, e dificuldade para respirar.

— Se cada agente dentro da comunidade escolar fizer a sua parte com relação ao uso de máscara, ao distanciamento e aos demais cuidados de higiene, cuidando de si e do próximo, as creches e escolas da rede municipal serão lugares mais seguros. Com o tempo, essas mudanças serão incorporadas na rotina e se tornarão hábitos benéficos — pontua o secretário de Educação de Florianópolis.

A comunidade pode contribuir, ainda, fiscalizando o cumprimento dos protocolos sanitários e denunciando casos de violação das regras na Ouvidoria da Prefeitura de Florianópolis ou pelo e-mail notificaeducacao@gmail.com.

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