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Queda da aeronave

Veja o que já se sabe sobre o sequestro do helicóptero em Santa Catarina

Confira 13 perguntas e respostas sobre o acidente que causou a morte de três pessoas

09/03/2018 - 06h44 - Atualizada em: 09/03/2018 - 12h25

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Por Redação NSC

A queda de um helicóptero em Joinville, com a morte de três pessoas, mobilizou os moradores da região e repercutiu por todo o Brasil. Não é surpresa, portanto, que várias informações desencontradas estejam sendo divulgadas nas redes sociais enquanto a Polícia Federal está investigando o caso. Veja abaixo o que já se sabe sobre o sequestro da aeronave em Santa Catarina.

Quem são as pessoas que morreram?

Dois dos três mortos já foram identificados. O piloto é Antônio Mário Franco Aguiar, de 57 anos. O auxiliar de voo foi identificado como Bruno Siqueiro, de 20 anos. O corpo da terceira vítima do acidente ainda não foi identificado.

Quem era o sobrevivente?

Daniel da Silva, de 18 anos, foi socorrido por moradores e encaminhado para o Hospital Municipal São José. Na manhã desta sexta-feira, a assessoria de imprensa da Prefeitura de Joinville informou que o estado de saúde do jovem é considerado grave.

O sobrevivente era fugitivo da polícia?

Não. Ele tinha, sim, passagens pela polícia por tráfico de drogas, posse de drogas, receptação e dano qualificado. Entretanto, ele teve uma audiência de custódia no dia 9 de fevereiro em que ele teve liberdade condicional concedida pela Justiça.

O sobrevivente já foi interrogado pela polícia?

Não. A Polícia Federal, que assumiu a investigação, informou que o estado de Daniel é grave e, por isso, não houve condições de interrogá-lo até a tarde de sexta-feira.

Qual foi o trajeto do helicóptero?

Partiu de Penha e caiu no bairro Paranaguamirim, na zona Sul de Joinville.

A aeronave era do parque Beto Carrero?

Não. O parque oferece o serviço de táxi-aéreo dentro de sua estrutura. Entretanto, a empresa que disponibiliza as aeronaves e executa a atividade é a Avalon, com sede em Curitiba.

Como os criminosos conseguiram a aeronave?

De acordo com a apuração do colunista Diogo Vargas, eles se passaram por clientes que gostariam de locar um voo para ver terras particulares em Joinville. O valor do aluguel, de R$ 3,1 mil, foi pago em dinheiro.

O que motivou este sequestro?

Segundo a investigação, a principal hipótese é que os criminosos utilizariam a aeronave para resgatar um detento no presídio de Joinville. Mas, segundo o delegado federal Alexandre de Andrade Silva, este ainda é um boato, que deve ser estudado assim como as outras linhas de investigação.

O piloto alertou sobre o crime?

Após a decolagem do helicóptero, ele emitiu um código com pedido de socorro para a torre de Curitiba informando sobre o sequestro.

Havia plano de voo para a aeronave?

Apesar de ser obrigatório para aeronaves desse porte, a torre de Joinville não recebeu o plano de voo.

Qual foi a causa da queda do helicóptero?

Não há confirmação. Uma das hipóteses levantadas é que os tripulantes podem ter discutido por conta da ocupação da aeronave, que estava lotada e precisava de espaço para o detento que seria resgatado. A ameaça de jogar uma pessoa para fora da aeronave teria sido a motivação para os tiros.

Alguma arma foi encontrada no local?

Sim. Foram encontrados entre os destroços um revólver e, próximo do local do acidente, uma pistola calibre 9mm — que, de acordo com a polícia, provavelmente foi dispensada do helicóptero por um dos ocupantes que contratou o frete.

Alguma pessoa foi atingida pela queda do helicóptero?

Não. Após a queda, o helicóptero atingiu três residências, mas causou somente danos materiais.

Algum outro resgate de preso no Estado já ocorreu dessa forma?

Não há registro desse tipo de resgate em Santa Catarina.

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