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    Vereadores inspecionam condições das palmeiras imperiais de Joinville

    Legislativo cobra manutenção das 86 árvores da Rua das Palmeiras

    23/04/2018 - 15h33

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    Por Redação NSC
    Rua das Palmeiras é um dos pontos turísticos de Joinville
    Rua das Palmeiras é um dos pontos turísticos de Joinville
    (Foto: )

    Vereadores e servidores da Prefeitura de Joinville realizaram uma inspeção das condições das 86 árvores da Rua das Palmeiras, no Centro, na manhã desta segunda-feira (23). A visita liderada pela Comissão de Urbanismo da Câmara ocorreu após relatos de um especialista em palmáceas de que oito palmeiras imperiais morreram desde 2012.

    De acordo com o produtor rural Gervásio Burig, dessas palmeiras quatro ainda estão no local. A avaliação dele é de que é necessário ocorrer a retirada imediata das árvores mortas para evitar acidentes, isso porque uma copa pode chegar a pesar até 150 quilos. Ele constatou ainda que 90% das palmeiras estão sem nutrição adequada.

    Segundo a Câmara de Vereadores, a maioria das árvores da Rua das Palmeiras é centenária e algumas delas perderam as folhas das copas, lhes conferindo aspectos de postes, inclusive com pregos nos troncos. Um plano de manutenção deve ser apresentado pela prefeitura em reunião no dia 8 de maio, na Comissão de Urbanismo, conforme pedem os vereadores.

    O gerente da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, Reginaldo da Rosa, que acompanhou os vereadores, assegurou que as árvores não representam riscos à população. Ele destacou ainda que as palmeiras estão vivas, mas precisam de cuidados a longo prazo.

    Uma comissão deve ser criada com a Secretaria de Cultura, que administra o local tombado, para avaliar qual o manejo será adotado. O documento será apresentado na reunião do próximo dia 8.

    200 anos

    Conforme informa uma placa turística instalada na rua, as primeiras 56 mudas de palmeiras imperiais foram plantadas no local em 1873, trazidas do Rio de Janeiro, a pedido do administrador da então Colônia Dona Francisca. Em 1961, cerca de dez foram replantadas.

    Com os cuidados certos, elas podem viver, em média, até 200 anos, afirma Gervásio Burig.

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