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    Vice-presidente recebe demandas da Rota do Milho em SC 

    Pedido é de privatização da aduana em Dionísio Cerqueira e investimentos nas BRS-163 e 282

    28/02/2020 - 16h16 - Atualizada em: 28/02/2020 - 16h32

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    Darci
    Por Darci Debona
    Vice-presidente recebe demandas da Rota do Milho
    Vice-presidente Hamilton Mourão recebe documento do deputado Marcos Vieira acompanhado da vice-governadora, Daniela Reinehr e do presidente da Fiesc, Mário Cezar de Aguiar
    (Foto: )

    Durante sua passagem por Santa Catarina, o vice-presidente Hamilton Mourão, que fez palestra na Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), recebeu um documento com as demandas para a implantação da nova Rota do Milho, que tem com objetivo efetivar uma alternativa mais próxima de fornecimento de milho para as agroindústrias de Santa Catarina.

    O documento foi entregue pelo coordenador da Frente Parlamentar Em Favor da Nova Rota do Milho, deputado estadual Marcos Vieira.

    As demandas solicitadas são a privatização da aduana de Dionísio Cerqueira e manutenção do scanner de cargas, ampliação da aduana de Paraíso e recuperação das BRS-282 e 163.

    - Foi uma boa conversa, explanamos sobre a Rota do Milho e entregamos um relatório detalhando as explicações e sua importância para o agronegócio catarinense – disse Vieira.

    Santa Catarina produz menos de três milhões de toneladas de milho e consome quase sete milhões de toneladas, o que gera um déficit de quatro milhões de toneladas. Parte do cereal vem do Sudeste, a 1,5 mil e até 2 mil quilômetros de distância. Parte é importado, inclusive do Paraguai, que fica próximo de mil quilômetros passando por Foz do Iguaçu.

    A estimativa é de que, para trazer um milhão de toneladas do Centro-Oeste o custo é de R$ 333 milhões em frete. Com a nova rota do milho, com os caminhões passando por balsa no rio Paraná, entre Carlos Antonio Lopez-PAR e Porto Piray-ARG, a distância cai para cerca de 500 quilômetros e o custo com o frete cai para R$ 116 milhões.

    Uma barca já foi conseguida e estão sendo realizadas obras nos portos. Também iniciou a pavimentação de uma rodovia no Paraguai, que fará a ligação. Mas existem os entraves burocráticos e políticos, além da necessidade de agilizar a passagem nas aduanas.

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