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Vítima de atiradores em camelódromo de Balneário Camboriú era empresário 

Homem de 29 anos fazia lanche no local quando foi atingido por disparos

15/11/2019 - 10h54 - Atualizada em: 15/11/2019 - 22h57

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Por Guilherme Simon
tiros em camelódromo
Homem morreu e duas jovens ficaram ferias após tiros em camelódromo na noite desta quinta
(Foto: )

O homem que morreu após ocupantes de um carro atirarem contra um camelódromo em Balneário Camboriú na noite desta quinta-feira (14) era um empresário sem antecedentes criminais, informou a Polícia Civil na manhã desta sexta (15).

Segundo o delegado Vicente Soares, da Divisão de Investigações Criminais (DIC) da cidade, Marcelo Fernando da Silva Junior, de 29 anos, fazia um lanche em uma barraquinha em frente ao camelódromo com colegas de trabalho. Duas jovens que estavam na mesma mesa que ele também foram baleadas, mas passam bem.

— O homem que morreu não tinha envolvimento com crime, nenhuma passagem. Era um empresário que estaria ali entregando um produto da empresa dele para um cliente. Ele estava fazendo um lanche com outras duas pessoas — contou o delegado Vicente.

Marcelo chegou a ser socorrido, mas não resistiu e morreu no local. O crime aconteceu por volta das 19h30min desta quinta, no Bairro dos Municípios. Segundo a polícia, os tiros foram disparados por ocupantes de um veículo de cor prata que passou em frente ao camelódromo.

O delegado Vicente Soares também afirmou que ainda não é possível saber se o homem que morreu e as duas jovens que foram baleadas eram os alvos dos atiradores.

— Não dá pra saber porque tinha muitas pessoas no local. Poderia ser eles ou poderia ser outras pessoas que ali estavam — comentou.

Ainda conforme o delegado da DIC, os atiradores dispararam diversas vezes contra o camelódromo. Até por volta das 10h40min desta sexta, os autores ainda não tinham sido identificados.

— A gente ainda está na fase inicial da investigação, coleta de imagens, identificação de testemunhas, então por enquanto ainda não podemos apontar suspeitos. A investigação ainda precisa evoluir para chegar a alguma conclusão — completou o delegado.

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