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    VALE DO ITAJAÍ

    Vôlei de Blumenau apresenta elenco para a Superliga e inicia campanha contra o racismo

    Grupo que representará a cidade na elite nacional foi apresentado na manhã desta segunda-feira (11)

    11/11/2019 - 15h10

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    Augusto
    Por Augusto Ittner
    Uniformes para a temporada 2019/2020 e o mascote do clube, uma capivara.
    Uniformes para a temporada 2019/2020 e o mascote do clube, uma capivara.
    (Foto: )

    Único representante de Santa Catarina na elite do vôlei masculino, Blumenau apresentou na manhã desta segunda-feira (11) o elenco que disputará a Superliga.

    O dia foi marcado também por novidades. Isso porque o clube anunciou a contratação do central Babu, de 23 anos, que estava no time do Maringá-PR na última temporada. Ele é o 16º jogador no elenco da equipe blumenauense para este ano (confira a lista completa abaixo).

    Além disso, a Associação Professor Artur Novaes (Apan) também mostrou às autoridades e aos torcedores o uniforme que será utilizado na Superliga, que mantém as cores do clube – azul, vermelho e branco. O marketing ainda repetiu a ideia de uma camisa que imita a lederhosen, o traje típico alemão, que será xadrez e com um desenho que lembra um suspensório.

    O time também mudou a identidade visual. O antigo escudo, retangular, deu lugar à nova marca, moderna, e que destaca a Apan. É uma ilustração da nova fase vivida pelo time, que volta a representar a maior cidade do Vale do Itajaí na Superliga depois de oito anos.

    Campanha contra o racismo

    A diretoria da Apan apresentou nesta manhã a campanha “O respeito vira o jogo. Apan contra o racismo”. Um selo, nas cores preta e branca se entrelaçando ao redor de uma bola de vôlei vai, ser estampado nas costas das camisas usadas pelos jogadores durante a Superliga. É uma ação inédita no vôlei, de acordo com o presidente Luis Fernando Pamplona Novaes.

    – Acreditamos que o esporte muda a vida das pessoas, e se isso é possível, então vamos usar o esporte para combater o racismo. Vamos fazer jogo duro contra o preconceito – destaca Novaes.

    Vale lembrar que casos de racismo no vôlei já envolveram os jogadores Wallace, chamado de “macaco” durante um jogo entre Cruzeiro e Minas, pela Superliga, e da norte-americana Deja McClendon, alvo de injúria racial durante a transmissão via internet de um jogo entre Minas e Praia Clube-MG.

    O elenco

    Levantadores

    Felipe (1,95m) e Evandro (1,98m).

    Ponteiros

    Kelvin (1,93m), Ricardo (2,06m), Daniel (1,94m), Schueroff (1,97m), Lucaian (1,90m) e Carlos Henrique (2,03m).

    Opostos

    Franco (2,01m) e Jamelão (2,03m)

    Centrais

    Arthur (1,98m), Samuca (2,02m), Ialisson (2,05m) e Babu (2,02m).

    Líberos

    Filipinho (1,73m) e Dayan (1,77).

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