O atacante italiano Luca Toni, autor de dois gols na vitória de 3 a 0 da Itália sobre a Ucrânia nas quartas-de-finalda Copa, respondeu às críticas que o apontavam como pouco esforçado dentro da seleção.
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– Sinceramente, senti-me perseguido. Recebi muitas críticas. Li que não treinava adequadamente e que não me dava bem com os companheiros – afirmou Toni, que pediu que as atenções sejam para seu jogo, não seu comportamento.
Ao falar sobre a partida das semifinais, contra a Alemanha, Toni achou que a vitória da Itália sobre a Ucrânia abrirá os olhos dos alemães.
– Eles (os alemães) já estavam preocupados com nós antes deste jogo, e agora estarão ainda mais. Eles formam uma equipe organizada e difícil de bater, mas nós também somos organizados e fortes – disse o jogador.
Toni, jogador da Fiorentina, se mostrou muito irritado pelos comentários sobre uma suposta mudança de clube, feita antes de chegar ao Mundial.
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– Disseram que eu queria falar com o presidente (da Fiorentina) e que eu queria ir embora. Não é certo colocar palavras que eu nunca disse em minha boca – afirmou.
Toni, artilheiro do Campeonato Italiano desta temporada com 31 gols, disse que nunca perdeu a confiança em si mesmo durante o Mundial:
– Nunca perdi a fé, mesmo sabendo que há um momento em que o atacante não faz gols. Porém, percebi que alguns perderam a confiança em mim – destacou.
Ao apontar os que desconfiaram dele, ele isentou o técnico da equipe, Marcello Lippi:
– O treinador sempre confiou em mim, mesmo quando eu não estava marcando. Eu jogava para a equipe e Lippi me disse que os gols acabariam chegando. Sempre estarei agradecido a ele por isso – salientou Toni.
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