Marcos Moura Teixeira é um estudioso do futebol. Já dirigiu grandes clubes do futebol brasileiro, trabalhou na seleção e no Real Madri da Espanha. Teixeira passou pelo Figueirense na época em que o alvinegro viveu bons momentos no futebol.

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Formado em Educação Física e com grande experiência no futebol está de novo na Espanha, onde participa de cursos de atualizações.

O Debate Diário conversou com o profissional para saber o que está acontecendo de novo na Europa. Marcos Moura Teixeira vai apresentar um projeto sobre o futebol da China no próximo dia 22.

Elogiou o trabalho que a Liga da Espanha realiza em conjunto com os clubes. As decisões são tomadas de forma bem diferente do Brasil. O confinamento total neste momento é super respeitado. Ninguém pode se deslocar de uma cidade para outra. Sair nas ruas só comprovando a razão de ter de circular.

Teixeira também referiu-se aos clubes que durante a pandemia, antes da reabertura foram rígidos com os seus atletas. 14 dias de confinamento. Gradativamente foi reabrindo aos treinamentos em conjunto com as decisões da Liga.

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Ao entrar no assunto Figueirense, que foi um dos clubes que trabalhou em Santa Catarina (o outro foi o Criciuma), Teixeira explicou como se deu a saída do meia Fernandes do futebol. Disse que ele estava sendo preparado para assumir posição na comissão técnica do clube, concordou e no final do no voltou atrás.

Nas explicações (sua versão), alguns torcedores alvinegros discordaram com criticas contundentes ao dirigentes e elogios ao Fernandes, que Teixeira disse não ser um líder e que preferia o líder do rival, uma referência a Marquinhos Santos.

Referiu-se ao momento que viveu o Figueirense a época de Paulo Prisco Paraiso dizendo ter sido uma época vitoriosa, inclusive com a parceria que tinha com o empresário Eduardo Uran. No final muitas criticas ao ex-diretor do Figueirense.

A espera do dia 5

Avançamos mais uma semana com a incerteza da retomada do Campeonato Estadual. Entendemos o momento. Sabemos que o futebol precisa voltar. Os clubes estão no limite da dificuldade financeira. Por isso, entendo que a possibilidade de jogar no estádio do Guarani de Palhoça está se tornando real para os dois clubes da capital. Não acredito que a Prefeitura vá liberar o campeonato com jogos em Florianópolis a partir do dia 8 de julho como marcou a Federação.

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O assunto vai se arrastar até a data estabelecida. A FCF não está se pronunciando a respeito. A chegada do inverno, na próxima semana, aliada aos números da pandemia vai nos dar uma idéia das chances da retomada ou não do campeonato catarinense.

Memória 

memória
(Foto: Arquivo Pessoal)

Você lembra dele? Era um volante que batia forte na bola. Cobrador de falta oficial em 1994. Campeão estadual. Veio do nordeste trazido pelo técnico Lula Pereira. Mário deixou seu nome marcado no estádio Orlando Scarpelli.

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