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Vitória azurra

O clássico: Figueirense com mais posse de bola e o Avaí mais objetivo

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Roberto
Por Roberto Alves
29/09/2020 - 21h31
Gastón Rodriguez
Gastón Rodriguez (Foto: Roberto Zacarias/Mafalda Press/Folhapres)

Uma vitória de quem criou mais chances num clássico mal jogado. Aprendi que clássico não se joga bem, se ganha. Mas este abusou da ruindade em alguns momentos, com excessos de erros de passes de ambos os lados.

No geral, o Figueirense teve mais a bola nos dois tempos de jogo. Criou pouco ou quase nada. Depois  que tomou o gol foi todo pra cima do Avaí sem sucesso.

>Avaí vence o Figueirense no primeiro clássico sem torcida; ouça o gol

Nenhum grande destaque no jogo. Alguns jogadores foram importantes a partir dos 20 minutos finais do clássico. Getúlio e Rômulo entraram bem no Avaí. Bruno Michel mostrou que vai brigar pela titularidade no Figueirense .

O gol da vitória azurra premiou a perseverança do uruguaio Gastón Rodriguez. Ele foi quem mais chutou.

Depois do gol, o zagueiro Alemão perdeu a cabeça ao reclamar da origem do gol. Pedro Castro teria cometido faltaem Sanchéz. O lance foi legal desde o seu inicio.

O capitão do Figueirense se perdeu e vai se incomodar na súmula do jogo pela forma como foi pra cima do árbitro.

Foi mais um clássico na vida de todos nós. O Avaí foi mais objetivo.

Por se tratar de clássico não há muito o que dizer sobre a qualidade do jogo, afinal, é claro que quando se encontram há um forte respeito de um para com o outro. Aí não sai futebol de qualidade.

Não houve nenhum destaque individual. Não foi na técnica, foi na raça segundo o goleiro Frigéri do Avaí.

Por se tratar de clássico, ele continua sendo jogado mais alguns dias. Reclamação de um lado, elogios do outro, criticas, enfim, o clássico vai continuar fora de campo. Mas, já nesta sexta-feira (2), a dupla já tem novos desafios na Série B.

Roberto Alves

Colunista

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Referência por resgatar a memória do Esporte catarinense, fatos do dia a dia e pitorescos, misturando bom humor e seriedade na dose certa.

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