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Análise esportiva

Vencer o Oeste é mais do que uma necessidade

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Por Roberto Alves
04/10/2019 - 06h10 - Atualizada em: 04/10/2019 - 15h35
Foto: NSC Total

Em meio a tantos problemas para serem resolvidos fora de campo, o Figueirense enfrenta hoje o Oeste com a obrigação de vencer. Se assim não for o ano pode estar pedido. Os esforços estão sendo feitos, e diante de tantas dificuldades a nova direção ainda encontra condições de reforçar o grupo para tentar escapar do rebaixamento. O time O Oeste não tem nada de especial que o Figueirense não possa superar. Está melhor na tabela, é verdade. O Figueirense tem vários jogadores contratados que dependiam ontem de ter seus nomes publicados no boletim da CBF. Nem todos jogarão por conta das condições técnicas e físicas. Podemos ter novidade, sim. O jogo começa às 19h15min. Ontem o clube confirmou a chegada de Jefferson Renan, um dos bons destaques do Brusque na Série D. Ponta agudo, pode ajudar. Novo momento O técnico Roberto Cavalo avaliou junto ao seu grupo como ponto precioso o conquistado diante do Vila Nova. Foi seu segundo jogo no comando do Tigre e o próximo será em casa, contra o Brasil-RS, na terça-feira. Tigre Alguns jogadores estão entendendo este novo momento como uma possível arrancada até por conhecerem o estilo do técnico Roberto Cavalo. O time voltou a se doar e agora falta apenas aprimorar o esquema e dar um pouco mais de qualidade ao futebol. Série A Está difícil mesmo para os dois representantes catarinenses na Série A. Revezam-se na lanterna. Imagine o clima que o Avaí vai encontrar em Maceió, domingo, contra o CSA que também briga pela permanência. Jonathan deve continuar jogando com efeito suspensivo. Vladimir pode voltar ao gol e as novidades devem ficar no meio de campo e ataque. Hoje o time treina em São Paulo e depois segue para Maceió. Jasc, o desgaste Do comendador, radialista, técnico de futebol e basquete, Paulo Roberto de Miranda Coutinho, velha raposa conhecedora dos Jasc. Li, gostei e transmito ao nosso leitor pela relevância e forte conteúdo.

“Tínhamos quem sabe a maior competição esportiva do país, onde nossas cidades brigavam para sediá-la e atletas do mundo inteiro vinham para cá jogar e viver. A ganância, a prepotência, os votos e a falta de inteligência fizeram com que ela fosse perdendo força. Hoje o que temos é um evento pronto para ser extinto. Infelizmente nós, veteranos do esporte, nada podemos fazer porque o comando está em mãos políticas e não técnicas. Só vemos indicações sem conteúdo técnico com as chefias ficando com os amigos do rei”. Fogo simbólico Uma das mais tradicionais solenidades do sistema esportivo catarinense e que antecede os  Jogos Abertos homenageou neste ano três comendadores do esporte com relevantes serviços prestados. João Kiyoshi Otuki, Jair Venâncio e Joel Ferreira do Nascimento, o Maceió.

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