A conclusão das obras do maior estádio fantasma do mundo, o Nou Mestalla, finalmente, parece que está próxima de um fechamento após 15 anos de abandono. Em seguida, o gigante empreendimento receberá jogos do Valencia, da Espanha.
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Veja fotos da instalação da cobertura do estádio
A estratégia para a conclusão das obras do maior estádio fantasma do mundo
A estratégia do Valencia para a conclusão das obras do maior estádio fantasma do mundo se passa pelo acerto de um empréstimo de 322 milhões de euros, que é o equivalente cerca de R$ 2 bilhões na cotação desta quarta-feira (15).
— Uma das transações financeiras mais significativas já realizadas por um clube de futebol profissional na Espanha e em toda a Europa, tanto em termos de escala, termos e condições subjacentes, quanto em impacto geral — escreveu o Valencia em nota divulgada em junho de 2025, após a conclusão do negócio.
Com isso, os títulos da dívida do empréstimo têm como vencimento o prazo de 28 anos, ou seja, até 2053. Já no curto prazo, o clube conseguiu o empréstimo de 85 milhões de euros (R$ 529,3 milhões). O valor será pago com a venda do terreno onde se situa o atual estádio do Valencia, que será comercializado após a conclusão do Nou Mestalla.
Ainda de acordo com o clube, o empréstimo conta com “condições atrativas em termos de custo subjacentes, período de carência, cronograma de pagamento, cláusulas contratuais (obrigações assumidas pelo devedor) e pacote de garantias associado”.
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Relembre a história por trás do Nou Mestalla
Inicialmente, o planejamento do Valencia era de construir um dos estádios “mais modernos do mundo”. No entanto, o gigante se tornou um “fantasma” desde 2009, quando as obras foram paralisadas.
Isso ocorreu por conta da grave crise financeira enfrentada pelo Valencia, que chegou a ter dívidas de mais de R$ 2 bilhões e também um empréstimo de R$ 550 milhões negado. Com isso, o clube decidiu deixar o sonho da nova casa de lado.
Dessa forma, o Nou Mestalla ficou abandonado por quase 15 anos e se tornou o “maior estádio fantasma do mundo”. A paralisação aconteceu com o “esqueleto” da estrutura já levantada.













