Com a proximidade da Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos, México e Canadá, a disputa para saber quem levantará a taça movimenta a torcida nos estádios, mas também os principais sistemas de análise de dados do planeta. Todo mundo quer embasamento para cravar seus palpites.
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Estatísticas oficiais, plataformas de inteligência artificial e modelos preditivos cruzam milhares de informações e tentam apontar quais seleções chegam com maior probabilidade de vitória no torneio de 48 equipes a partir de 11 de junho.
A Inteligência Artificial, neste momento, não traz boas projeções para os torcedores brasileiros, por ser a Seleção uma equipe preterida nos principais rankings de favoritismo.
O cenário reflete o momento instável do futebol nacional, colocando potências europeias em ampla vantagem na corrida pelo título mais cobiçado do esporte mundial.
Espanha lidera as estatísticas do supercomputador
Um levantamento detalhado feito pelo supercomputador da Opta Analyst apontou a Espanha como a grande favorita ao troféu, acumulando 15,81% de chances de conquistar o Mundial.
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A seleção europeia aposta na juventude de Lamine Yamal e Nico Williams para ditar o ritmo da competição, sustentada por fechar a temporada anterior na liderança do Ranking da Fifa.
E a Seleção Brasileira tem chance?
A Seleção Brasileira aparece apenas na sexta colocação do ranking estatístico, registrando uma modesta probabilidade de 6,23% de chances de alcançar o hexacampeonato.
O elenco comandado por Carlo Ancelotti ficou atrás inclusive de Portugal, que soma 6,89% de favoritismo, evidenciando o peso da reconstrução tática que o Brasil enfrenta no ciclo atual.
O que dizem as ferramentas de Inteligência Artificial?
As principais ferramentas de tecnologia do mercado de inteligência artificial convergiram em suas análises e apontaram o continente europeu como o provável destino da Taça Fifa em julho.
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O ChatGPT colocou a equipe brasileira na sétima posição entre os favoritos, destacando que o Brasil corre sérios riscos de eliminação na fase de semifinal caso cruze com a França ou a Inglaterra.
O sistema Gemini se mostrou ligeiramente mais favorável ao apontar o Brasil em sexto lugar, enquanto o Copilot registrou o maior otimismo por colocar a Seleção na quinta colocação do torneio.
Apesar dos números baixos para as chances de título, as três ferramentas apontam amplo favoritismo para o Brasil liderar o Grupo C, por ser a equipe tecnicamente superior a Marrocos, Escócia e Haiti.
