Artilheiro do Grêmio na temporada, Carlos Vinicius viveu uma situação curiosa no empate sem gols diante do Palestino, pela Sul-Americana. O centroavante errou três cobranças de pênaltis consecutivas. Todas defendidas pelo goleiro Sebastián Pérez.

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O centroavante teve de repetir a cobrança porque o goleiro Sebastián Pérez se adiantou nas duas primeiras. Antes da terceira, Carlos Vinicius disse que Willian, capitão da equipe, o chamou no gramado.

— A mensagem foi passada pelo nosso treinador para a nossa liderança dentro do campo (William). Ele veio falar comigo e eu disse “posso assumir?” E ele disse “pode”. Tão simples quanto isso — esclareceu o jogador.

O NSC Total relembra o outro jogador que também perdeu três penalidades em uma mesma partida, e acabou entrando para o Guinness Book — o livro dos recordes mundiais.

Martín Palermo — Argentina (1999)

O caso mais famoso envolve o argentino Martín Palermo, que perdeu três pênaltis na derrota da Argentina para a Colômbia por 3 a 0 na Copa América de 1999. Esse episódio marcou negativamente a passagem pela seleção, apesar de ter sido ídolo do Boca Juniors.

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A primeira bola bateu no travessão, a segunda foi para fora e a terceira foi defendida pelo goleiro colombiano Miguel Calero. Diferente de Carlos Vinicius, eram penalidades diferentes, não repetidas.

Martin Palermo até hoje figura isolado no Guinness Book como “O jogador com mais penalidades desperdiçadas em uma mesma partida internacional”. Como duas cobranças de Carlos Vinicius foram repetidas (anuladas), o caso do brasileiro não se enquadra na categoria.

Confira a nota do Guinness Book na íntegra

Martín Palermo (Argentina) perdeu três pênaltis durante a derrota de sua seleção para a Colômbia na Copa América de 1999, no Paraguai. Seu primeiro chute acertou o travessão, o segundo foi para as arquibancadas e o terceiro foi defendido. Ele perdeu mais dois pênaltis no campeonato nacional logo após esse incidente. Seu valor de mercado era estimado em US$ 20 milhões antes do torneio (ele havia sido eleito o “melhor jogador do ano” por jornalistas esportivos sul-americanos), mas, misteriosamente, todos os interessados ​​desistiram após a Copa América.

*Sob supervisão de Marcos Jordão