Um amigo de Michael Schumacher concedeu uma entrevista ao tabloide inglês The Sun em que revelou o que chamou de melhores e piores qualidades do heptacampeão mundial de Fórmula 1. Richard Hopkins, ex-chefe de operações da Red Bull, trabalhava na McLaren na época em que o piloto defendia a Benetton.
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Veja relíquias leiloadas de Schumacher
Michael Schumacher tem 56 anos e não é visto publicamente desde que sofreu um grave acidente de esqui nos Alpes Franceses em 2013. Ele é mantido pela família em sua mansão na região de lagos na Suíça com uma equipe multidisciplinar de cuidados de saúde, quesito este também um mistério.
Segundo Hopkins, Schumi guardava suas melhores qualidades para a família e filhos, mas enquanto estava no ambiente das corridas, seu comportamento era diferente, mas não necessariamente desconhecido.
– Ele era confiante – possivelmente beirando a arrogância – mas demonstrava abertamente o que sentia. Sua paixão pelo que fazia frequentemente se manifestava de outras maneiras, nem sempre positivas – disse ao The Sun.
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Sua personalidade era controversa, nem sempre agradável quando não estava na frente das câmeras. Porém, seu amigo pondera que isso faz parte da característica de um vencedor, e, por isso, poucas coisas sobre Schumacher eram desconhecidas do grande público:
– Honestamente, quando você olha para todos os elementos que compõem um campeão mundial, ele tinha todos eles – até mesmo aqueles que nem sempre eram positivos, como o espírito esportivo. Então, não consigo pensar em nenhuma [característica] desconhecida – afirma, antes de reforçar que que a estrela era altamente atenta aos detalhes.
Longe dos holofotes, Schumacher era apaixonado pela família
Segundo Hopkins, Schumacher era um apaixonado pela família e no seu ambiente mais íntimo agia como qualquer ser humano de um bom coração.
– Você podia ver um piloto superconfiante com um grau absoluto de arrogância — uma crença 100% absoluta. (…) Você poderia pensar que ele provavelmente era uma pessoa difícil na vida privada, mas certamente não era. Claro que não era. Ele era um ótimo pai e um ótimo marido. – concluiu.
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