O técnico Carlo Ancelotti explicou em coletiva, após a suada vitória do Brasil por 2 a 1 sobre o Japão, sobre as escolhas durante a partida e os motivos que o levaram a não utilizar Neymar nesta segunda-feira (29).
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Por que Neymar ficou no banco contra o Japão
Ancelotti afirmou que o planejamento inicial era colocar o craque em campo no segundo tempo caso o placar permanecesse desfavorável, mas o desenrolar do jogo mudou os planos.
De acordo com o comandante, se a Seleção não empatasse, Neymar entraria por volta dos 20 minutos da etapa final. Como o empate veio cedo, a comissão técnica preferiu manter a estrutura do time e poupá-lo para uma eventual prorrogação.
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— Eu estava esperando o Neymar para a prorrogação. Eu falei com ele que se não a gente não empatasse o jogo, ele ia entrar aos 60, aos 65 minutos. Mas como empatamos o jogo, eu não queria mudar a estrutura e perder o controle do jogo e ele ia ficar para a prorrogação — disse Ancelotti.
Apesar das dificuldades em campo, o treinador elogiou a paciência e os recursos do elenco brasileiro diante de um adversário intensamente organizado. Ancelotti destacou que o grupo mereceu a vitória em Houston e exaltou o nível individual dos atletas que saíram do banco de reservas, os quais foram fundamentais para manter o volume ofensivo até os últimos instantes da partida.
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A classificação brasileira foi carimbada de forma dramática aos 50 minutos do segundo tempo com um gol de Gabriel Martinelli, após Casemiro ter empatado o duelo aberto por Sano. Com a vaga garantida nas oitavas de final da Copa do Mundo, a Seleção Brasileira agora aguarda o resultado do confronto entre Costa do Marfim e Noruega, que jogam nesta terça-feira (30), para conhecer seu próximo rival no torneio.

















