A eliminação precoce da Seleção Brasileira para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 coloca em xeque o planejamento do futebol brasileiro, mas não deve alterar o comando técnico de forma imediata. O treinador italiano Carlo Ancelotti possui estabilidade respaldada por um vínculo de longo prazo firmado recentemente com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

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Técnicos que deixaram seleções na Copa do Mundo 2026

Em maio, o comandante europeu renovou o seu contrato para liderar o ciclo da Amarelinha por mais quatro anos, estendendo o acordo formal até o encerramento da Copa do Mundo de 2030. A permanência do treinador faz parte de um projeto estrutural da entidade máxima do futebol brasileiro, que buscou blindar a comissão técnica contra oscilações de resultados antes do início do Mundial.

Para garantir a permanência do profissional no cargo, a CBF desembolsa uma quantia de 9,5 milhões de euros por ano, o equivalente a cerca de R$ 55,8 milhões na cotação atual. Esse montante representa um custo mensal de pouco mais de R$ 4,6 milhões aos cofres da entidade, consolidando o italiano de forma isolada como o técnico de seleções mais bem pago do planeta.

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Mesmo com o expressivo investimento financeiro e o respaldo institucional, Ancelotti terá de lidar com uma forte pressão popular e críticas da imprensa esportiva após a queda no mata-mata.