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Ave de Rapina

Badeko consegue liminar e cassação não será votada nesta quarta-feira

Na terça-feira, o vereador César Faria também obteve uma liminar adiando a audiência

12/08/2015 - 09h41 - Atualizada em: 12/08/2015 - 16h02

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Por Redação NSC
(Foto: )

Após a defesa de vereador César Faria (PSD) conseguir liminar que suspendia o processo de cassação de seu mandado, foi a vez da defesa do vereador Marcos Espíndola, o Badeko, (PSD) questionar na Justiça o seu processo. Os dois vereadores teriam o destino de seus mandatos discutido e votado em plenário nesta quarta-feira. As informações são do blog Visor.

Na terça-feira, o advogado do vereador Badeko tinha afirmado que ele não iria contestar na Justiça a audiência e iria se defender diante dos 23 vereadores da Casa.

Presidente da Câmara avalia que houve interferência entre Poderes

- Ele (o juiz) reconhece que a denúncia é inepta e eu não vou nem discutir se foi assinador por A, por B ou por C - disse Lídio Moisés Cruz.

A procuradoria da Câmara disse que irá recorrer da decisão, junto ao próprio juiz, para tentar reverter a decisão porque julgou corretos os encaminhamentos do Conselho de Ética.

- O juiz já deu prazo para que a gente se manifeste e vamos nos manifestar. A suspensão da sessão já ocorreu. Vamos um passo de cada vez - disse o procurador Antônio Chraim.

Veja a decisão do juiz na íntegra

Os dois vereadores foram investigados na Operação Ave de Rapina, deflagrada pela Polícia Federal em 2014. Cesar Faria responde a processo por fraudes em contratos de radares e sinalização de trânsito - ele seria beneficiário de um esquema de propina.

Badeko foi indiciado pela PF em dois outros ramos da operação: o que investiga fraudes em licitações de eventos e no que investiga suposto esquema de propina para impedir a aprovação da lei Cidade Limpa como proposta pela prefeitura.

Autor do pedido de cassação diz que defesa de Faria induziu juiz ao erro

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