A eliminação precoce da seleção da Holanda para o Marrocos nos 16 avos de final da Copa do Mundo de 2026 ecoou de forma extremamente negativa na imprensa holandesa. A derrota nas penalidades, após o empate por 1 a 1 sofrido nos acréscimos do tempo regulamentar, foi classificada como um vexame histórico. Os jornais locais não pouparam críticas às escolhas táticas e ao psicológico dos atletas.

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O que a imprensa holandesa disse após a eliminação da Copa

O diário AD Sport destacou que a vitória parecia garantida em Monterrey até o gol de cabeça de Issa Diop, criticando a incapacidade da equipe de segurar o resultado. A publicação apontou que, embora a Holanda tivesse superioridade técnica, faltou o caráter demonstrado pelos marroquinos. O jornal lamentou a “eliminação inglória” e a piora no retrospecto de pênaltis, com três cobranças desperdiçadas.

Por sua vez, o Voetbal International focou nos erros estratégicos do treinador Ronald Koeman, que surpreendeu negativamente ao escalar o time no esquema 5-2-3, abrindo mão do meia Reijnders para colocar o zagueiro Aké. Essa mudança engessou a criação da equipe e deu espaço para o Marrocos assustar, exigindo milagres do goleiro Bart Verbruggen ainda na primeira etapa do confronto.

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Endossando as críticas à postura defensiva e covarde, o De Telegraaf afirmou que Koeman colocou a própria cabeça na guilhotina ao se adaptar ao adversário por medo. O jornal cravou que o trauma holandês com penalidades máximas só aumentou e que a Federação Holandesa de Futebol (KNVB) já deve buscar um substituto para o técnico.