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    Segurança

    Carga com 19 toneladas de picanha roubada é recuperada no Litoral de SC

    Produto é avaliado em R$ 800 mil

    23/08/2019 - 08h54 - Atualizada em: 23/08/2019 - 10h13

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    Por GaúchaZH
    Avaliada em R$ 800 mil, carga de 19 toneladas de picanha roubada é recuperada no Litoral de SC
    Parte da carga de carnes roubada encontrada estava armazenada em contêineres em um sítio de Itapema.
    (Foto: )

    A Polícia Civil do Rio Grande do Sul informou nesta quinta-feira (22) que recuperou, nas cidades de Itapema e Tijucas, no Litoral de Santa Catarina, uma carga de picanha que havia sido roubada em São Luiz Gonzaga, nas Missões no Rio Grande do Sul, na semana passada. Das 21 toneladas levadas, pouco mais de 19 foram recuperadas.

    O carregamento foi avaliado em R$ 800 mil. A ação de policiais do Rio Grande do Sul ocorreu nas cidades do litoral catarinense, onde um suspeito foi preso.

    O roubo do caminhão que transportava a carga, proveniente da Argentina, ocorreu mediante ameaça ao motorista no dia 13 de agosto. Horas depois, a quadrilha liberou o caminhoneiro e abandonou o veículo na região das Missões.

    Durante a investigação, a polícia descobriu que o produto estaria em Santa Catarina e prendeu um homem em um local usado para armazenar a carne. Na ação, em Tijucas, foram apreendidas 5,2 toneladas da picanha roubada. Com a continuidade do trabalho da Delegacia de Roubo de Cargas do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), outras 14 toneladas foram localizadas em um sítio na cidade de Itapema.

    Um homem suspeito de receptação foi identificado, mas ainda está sendo procurado para esclarecimentos. Os nomes desse suspeito e do preso na ação anterior não foram divulgados.

    Segundo o delegado Alexandre Fleck, do Deic, parte da carne roubada já foi comercializada abaixo do valor de mercado em algumas cidades de Santa Catarina.

    — Estamos apurando toda a cadeia criminosa: do roubo, passando pelo armazenamento e indo aos receptadores. Só para ter uma ideia, a carne encontrada em um sítio de Itapema estava em contêineres que pertenciam a uma panificadora e eram alugados para o gerente de um supermercado da região. São vários fatos que precisam ser esclarecidos — completa.

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