O caso envolvendo o jogador do sub-20 do Corinthians, Dimas Cândido de Oliveira Filho, e a morte de Lívia Gabriele da Silva Matos, de 19 anos, ganhou mais um capítulo. O advogado que representa a jovem e sua família afirmou que o atleta mudou o seu depoimento e que apresenta “inconsistência”.

Continua depois da publicidade

Leia mais notícias do Esporte no NSC Total

Clique aqui para entrar na comunidade do NSC Total Esporte no WhatsApp

O que se sabe sobre o caso da jovem que morreu após ter relações com jogador do Corinthians

Advogado aponta mudança de depoimento do jogador do Corinthians

Em entrevista ao Globo, o advogado Alfredo Porcer afirma que o jovem trouxe outra informação ao que foi dito à polícia no dia da morte de Lívia.

Continua depois da publicidade

Ainda de acordo com o advogado, Dimas mudou a sua versão sobre o ocorrido. Na primeira conversa com a polícia, no dia 30 de janeiro, ele afirmou que os dois tiveram duas relações sexuais, com um intervalo onde conversaram e descansaram. Foi no segundo ato que Lívia teria passado mal. Porém, no depoimento da última quarta-feira (7), o atleta afirma que houve apenas uma relação sexual.

— A forma como ele narrou o ocorrido neste depoimento foi o que me chamou atenção. Eles ficaram juntos por uma hora, nesse intervalo tivemos o ocorrido. No calor do momento, ele disse que teve uma primeira relação e viu Lívia desmaiar na segunda vez. Agora, ele disse que foi apenas uma relação e percebeu que ela não estava bem. A parte do descansar e conversar sumiu — explicou o advogado em entrevista ao Globo.

Família entrega prontuário e celular de Lívia

Além disso, os pais da jovem entregaram um prontuário médico que confirma uma lesão de cinco centímetros que causou a morte da jovem após relação sexual com o jogador da base do Corinthians.

Continua depois da publicidade

Segundo o advogado, a confirmação da laceração, apesar de grave, não é capaz de esclarecer se houve violência no caso.

— Eu nunca disse que foi intencional, seria leviano dizer que ele usou de violência, mas não dá para aceitar que isso foi normal. Tinha toalhas de sangue no apartamento e a polícia encontrou apenas um preservativo. Não posso deixar de observar esses detalhes que podem vir a ser relevantes, como também insignificantes com o decorrer da investigação — complementa.

Veja os estádios do Campeonato Catarinense recriados pelo ChatGPT

Assista também

Destaques do NSC Total