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    Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional contesta resultado de estudo britânico

    Pesquisa sugere que tratamento com fisioterapia não ajuda pacientes com mal de Parkinson

    04/02/2016 - 10h50 - Atualizada em: 21/06/2019 - 23h19

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    Por Redação NSC

    O Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 5º Região (Crefito-5) afirma, por meio da Comissão de Especialidades do Conselho, que o estudo divulgado em reportagem publicada no dia 19 de janeiro no site de Zero Hora não condiz com a realidade vivenciada pelos profissionais no dia a dia. O texto apresenta o resultado de uma pesquisa britânica que sugere que o tratamento com fisioterapia e terapia ocupacional não é eficiente para tratar pacientes com mal de Parkinson.

    Em documento enviado à Zero Hora, os especialistas do Conselho ressaltam que "não se pode desqualificar a assistência fisioterapêutica e suas diversas possibilidades simplesmente porque um único modelo de tratamento não foi efetivo, dentre os vários possíveis". Eles citam uma série de outros estudos científicos que evidenciam a contribuição do trabalho fisioterapêutico no tratamento da doença.

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    Conforme o presidente do Crefito-5, Fernando Prati, o Parkinson é uma doença químico-metabólica que afeta o núcleo da base do cérebro, interferindo na coordenação motora e musculatura:

    — O que o tratamento com fisioterapia faz é controlar esses sintomas. Não há efetividade em termos de cura. O que existe é medicação e tratamento fisioterapêutico — explica.

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    Para o especialista, a fisioterapia, além de contribuir para melhora do equilíbrio desses pacientes e da coordenação motora, ainda auxilia na qualidade de vida e na diminuição da velocidade do avanço da doença.

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