A queda precoce da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 ecoou com força ao redor do planeta neste domingo (5). A derrota por 2 a 1 diante da Noruega, sacramentada pelos gols do atacante Erling Haaland, selou o fim da linha para os comandados de Carlo Ancelotti. O resultado negativo repercutiu de forma imediata nas capas dos principais veículos esportivos do mundo.

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Na Espanha, o diário Marca classificou o resultado como o segundo grande choque do Mundial, traçando um paralelo direto com a surpreendente eliminação da Alemanha para o Paraguai na fase anterior. A publicação destacou que a jornada brasileira foi encerrada pela combinação letal entre os gols de Haaland e uma atuação milagrosa do goleiro Ørjan Nyland, que chegou a defender um pênalti cobrado por Bruno Guimarães.

O jornal As, também em território espanhol, manchetou que o atacante norueguês “devorou o Brasil”, apontando que a primeira experiência de Ancelotti em Copas terminou da maneira mais amarga possível. O texto cobriu de elogios a grande exibição do jovem meia Andreas Schjelderup no segundo tempo e exaltou os sete gols marcados por Haaland no torneio, chamando o centroavante de “letal, inumano e o ciborgue que todos temem”.

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O impacto da eliminação estendeu-se para a imprensa argentina e britânica. O jornal Clarín ressaltou que o Brasil jamais conseguiu ameaçar de fato o pragmatismo nórdico, colocando Haaland na briga direta pelo protagonismo da Copa. Já o tabloide inglês The Sun adotou um tom épico em sua cobertura, convocando o público a saudar o “Rei Erling” após o barco viking avançar rumo às quartas de final.