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Bélgica x Inglaterra

Disputa do terceiro lugar coloca frente a frente os dois melhores ataques da Copa

Seleções também têm os dois principais artilheiros da competição até agora: Lukaku e Kane

14/07/2018 - 05h13

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Por Redação NSC
Lukaku, da Bélgica (à esquerda) marcou quatro gols na Copa, enquanto Kane, da Inglaterra, fez seis
Lukaku, da Bélgica (à esquerda) marcou quatro gols na Copa, enquanto Kane, da Inglaterra, fez seis
(Foto: )

Bélgica e Inglaterra ficaram a um passo da grande final da Copa do Mundo da Rússia. Perderam nas semifinais e agora juntam os cacos para jogarem "de ressaca" a disputa pelo terceiro lugar, neste sábado, às 11h (horário de Brasília), na Arena Zenit, em São Petersburgo. O duelo coloca frente a frente os dois melhores ataques do Mundial, com os dois principais artilheiros da competição até agora.

Os belgas marcaram 14 vezes e têm no atacante Romelu Lukaku a esperança de gols para garantir a vitória. O jogador do Manchester United balançou as redes em quatro oportunidades, sendo o vice-artilheiro do torneio. Enquanto isso, os ingleses marcaram 12 vezes, sendo seis do centroavante Harry Kane, do Tottenham, o matador da Copa.

As duas equipes vão a campo em um misto de euforia e decepção. Após eliminar o Brasil, a ótima geração belga — com Lukaku, Kevin De Bruyne, Hazard e companhia — deixou escapar, em derrota para a França, a chance de chegar à decisão pela primeira vez na história.

A motivação, agora, é vencer e alcançar o terceiro lugar, que será a melhor colocação do país em Copas. A Bélgica chegou mais longe no Mundial de 1986, no México, quando ficou na quarta posição.

Pelo lado da Inglaterra, jogadores e comissão técnica estão felizes por terem alcançado as semifinais. A imprensa e os analistas ingleses não previam desempenho tão bom do jovem time antes da Copa. Mas, quando se tem a possibilidade de chegar à final de um Mundial, por mais que isso aconteça de maneira surpreendente, deixar de alcançar a decisão desaponta qualquer equipe.

Ainda mais quando os inventores do esporte tinham chances reais de "levar o futebol de volta para casa". A esperança do bicampeonato — como anfitriã, a Inglaterra foi campeã em 1966 — terá de esperar mais quatro anos.

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