A Espanha vai em busca do segundo título de Copa do Mundo respaldada por um desempenho sólido e por uma série curiosidades históricas. Cotada como uma das forças do torneio, a seleção espanhola manteve sua identidade de jogo ao longo da competição e chega à decisão deste domingo (19), nos EUA, acumulando marcas favoráveis que alimentam o otimismo pela taça.
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Confira abaixo cinco motivos exóticos, entre “maldições” e coincidências, para acreditar que a Espanha seja capaz de conquistar o título contra a Argentina neste domingo (19), em Nova Jersey.
Veja a lista de artilheiros da Copa do Mundo 2026
Espanha nunca perdeu uma final de Copa
O primeiro argumento reside no aproveitamento da Fúria, que ostenta 100% de eficiência em decisões de Copa do Mundo. Na única final que disputou, a Espanha sagrou-se campeã ao derrotar a Holanda por 1 a 0, com gol de Andrés Iniesta na prorrogação.
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Antes daquela campanha histórica, o melhor desempenho da Espanha havia sido na Copa de 1950, disputada no Brasil. Naquele Mundial, a equipe terminou na quarta colocação após o quadrangular final, formato que definia o campeão da competição na época.
EA Sports não erra previsão desde 2010
O favoritismo espanhol também ganha força por conta do ambiente virtual. A simulação oficial do jogo EA Sports FC 26 apontou a Espanha como campeã, um retrospecto de peso para a empresa que acertou com precisão os vencedores dos últimos quatro Mundiais.
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Segundo a empresa, a seleção de Lamine Yamal, Pedri, Gavi e outros craques vai levantar o segundo título mundial, em uma simulação que acertou o resultados das últimas quatro Copas, prevendo as vitórias da Espanha em 2010, da Alemanha em 2014, da França em 2018 e da Argentina em 2022.
Maldição do ranking da Fifa
O elenco argentino, comandado por Lionel Scaloni, precisará lutar contra tabus históricos. A Albiceleste tenta quebrar a conhecida maldição do líder do Ranking da Fifa, uma vez que nenhuma seleção que iniciou o torneio no topo desta lista jamais ergueu a taça.
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O Brasil foi quem esteve mais próximo de quebrar essa maldição na Copa do Mundo de 1998. A equipe comandada por Zagallo chegou no Mundial da França na liderança do Ranking da Fifa após o título em 1994 e voltou a figurar em uma decisão. No entanto, foi derrotada para os mandantes por 3 a 0.
Ano do Cavalo é sinal de azar argentino
A Argentina também enfrenta o histórico desfavorável do “Ano do Cavalo” no horóscopo chinês. Diferente do nosso horóscopo tradicional, que olha para os planetas, o chinês muda o “animal regente” a cada ano.
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No calendário chinês, o Cavalo entra em cena a cada 12 anos. No histórico, sempre que a Argentina chegou na final da Copa do Mundo em um Ano do Cavalo, ficou com o vice-campeonato, em 1930, contra o Uruguai, em 1990 e 2014, para a Alemanha. 2026 é Ano do Cavalo e os argentinos vão precisar quebrar o tabu histórico.
Vitória sobre a Inglaterra também dá azar
Para completar o cenário supersticioso, a Argentina carrega a recente maldição do placar de 2 a 1 sobre a Inglaterra. Desde 2018, todas as equipes que eliminaram os ingleses por esse marcador exato, como Croácia e França, amargaram o vice-campeonato na sequência.
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O fantasma agora ronda os sul-americanos após a semifinal, já que garantiram a vaga na final após baterem a Inglaterra por 2 a 1.















