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Dois anos depois, filhas de pensionista joinvilense morto são denunciadas por fraude no Iprev

Pensão de João José Perini continuou sendo paga por 10 anos após a morte dele

17/02/2016 - 05h03 - Atualizada em: 17/02/2016 - 10h03

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Por Redação NSC
Assinaturas em cadastro do Iprev foram falsificados
Assinaturas em cadastro do Iprev foram falsificados
(Foto: )

Liliane Perini disse em depoimento à polícia que Walter (marido já falecido) se comprometeu a resolver a situação junto ao Iprev depois que o pai morreu. O marido entregou o cartão do benefício do sogro a Liliane e informou que ela teria direito a receber a pensão como filha mais velha. O valor recebido com a pensão servia para custear as despesas da casa. Ela afirmou não ter ciência de qualquer recadastramento da pensão do pai.

Liliane explicou que o genro sabia sobre a pensão que recebia e que certa vez ameaçou denunciar o caso. Mas ela só tomou conhecimento da denúncia por meio da imprensa. Também foi desta forma que descobriu que o genro havia registrado uma conversa com ela sobre a pensão. Na conversa, gravada pelo celular, ela teria mencionado o nome de Milton (que seria o suposto impostor), mas que não o conhece e sabe apenas que ele era amigo de Walter.

Rita de Cássia Perini declarou em depoimento que nunca soube de alguém recebendo o benefício previdenciário do pai e que não tem conhecimento se o óbito dele foi comunicado ao Iprev. Ela disse também que tomou conhecimento do recebimento indevido da pensão por meio da imprensa e que não conhece o homem citado na gravação.

Mulher fala em "pai entre aspas" em gravação:

Um vídeo ao qual "A Notícia" teve acesso e também foi entregue à polícia mostra uma mulher dando detalhes sobre a fraude que envolve a pensão de João José Perini. O vídeo foi gravado por um celular. Na conversa, a mulher que aparece na imagem diz que um"pai entre aspas" chamado Milton era levado para fazer a assinatura na agência do Iprev.

Confira o vídeo:

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