Casos de doping podem tirar uma seleção sul-americana da briga por uma vaga na Copa do Mundo de 2026. A competição será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. A seleção em questão é a Bolívia, que está sob investigação da CONMEBOL, de acordo com informações da imprensa local.

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Os incidentes teriam ocorridos em partidas da seleção boliviana pelas Eliminatórias Sul-Americanas para o Mundial do ano que vem. Se for punida com perda de pontos, a Bolívia corre o risco de sair da briga por uma das seis vagas diretas e mais uma por meio de repescagem pelo sonho da Copa.

As suspeitas são de que os jogadores Boris Céspedes e Ramiro Vaca tenham ingerido substâncias capazes de diminuir os efeitos da altitude nas partidas contra Chile, Uruguai e Colômbia. Ramiro Vaca, inclusive, foi suspenso pela CONMEBOL em maio deste ano por cair no antidoping em jogo do seu clube, o Bolívar, contra o Sporting Cristal, pela Libertadores. Ele também não pode atuar por sua seleção.

Se confirmadas, as suspeitas de doping podem gerar punições diretas aos atletas, como suspensão – a exemplo de Vaca -, ou perda de pontos por parte da seleção da Bolívia, que atualmente ocupa a oitava posição nas Eliminatórias, com 17 pontos, um a menos do que a Venezuela, que hoje ficaria com um lugar na repescagem. Tudo vai depender da gravidade e quantidade de casos.

Nas duas últimas rodadas das Eliminatórias, a Bolívia joga fora de casa contra a Colômbia, dia 4 de setembro, fora de casa, e encerra sua campanha contra o Brasil, dia 9, como mandante no Estádio Municipal El Alto.

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