A diretoria do Flamengo rejeitou as propostas vindas do Catar e Europa por duas peças do time profissional. A cúpula rubro-negra decidiu por fazer a manutenção dos atletas e priorizar contratações pontuais, ao invés de viabilizar mais baixas no elenco.

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Segundo apuração do jornalista Venê Casagrande, a venda de Emerson Royal ao Aston Villa foi rejeitada pelo Flamengo. A negociação com o clube da Premier League perdeu força após o clube reavaliar os riscos da transferência e optar por segurar o defensor para o restante da temporada.

A investida do clube inglês havia atingido a marca de 10 milhões de euros (cerca de R$ 60 milhões na cotação atual). Apesar do montante financeiro pesado, o negócio estagnou devido às necessidades urgentes do elenco comandado pela comissão técnica.

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Ainda segundo a apuração, a diretoria optou por travar as conversas por entender que o lateral-direito é uma opção imediata indispensável para o setor. Embora figure atualmente no banco de reservas, ele é visto como peça-chave para garantir a rotatividade e a segurança do sistema defensivo.

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Outra proposta negada foi a investida do Al-Sadd, clube da liga catari, por Luiz Araújo. O departamento de futebol do clube carioca, no entanto, barrou as tratativas de forma imediata baseado em dois motivos principais.

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O primeiro fator considerado foi a importância do camisa 7 dentro do elenco. A comissão técnica avalia o atacante como uma peça fundamental na engrenagem tática do time para a disputa das competições do segundo semestre.

Além do peso esportivo, o aspecto financeiro pesou contra o negócio. A diretoria do clube da Gávea considerou o valor fixado na oferta dos cataris muito abaixo da quantia que o Flamengo estipula como ideal para abrir conversas pelo atleta.

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*Sob supervisão de Marcos Jordão