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    Greve dos bancários em Joinville completa 15 dias sem avanço nas negociações

    Segundo Sindicato da categoria, cerca de 80% das agências da cidade continuam com o atendimento paralisado

    22/09/2016 - 10h26

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    Por Redação NSC
    Já são mais de 50 agências com atendimento comprometido ou totalmente paralisado em Joinville
    Já são mais de 50 agências com atendimento comprometido ou totalmente paralisado em Joinville
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    A greve dos bancários em Joinville chega nesta sexta-feira ao 15º dia de paralisação e não há perspectivas do fim do movimento. As negociações, que são feitas em nível nacional, foram encerradas na última terça-feira sem qualquer acordo. Uma nova rodada está marcada para a próxima semana.

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    Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários de Joinville, Valdemar Bruno da Luz Filho, a adesão ao movimento continua com algo entre 70% e 80% das agências paralisadas.

    - Agora não há qualquer expectativa de uma nova rodada positiva de negociações - diz Valdemar.

    No ano passado, a greve dos bancários durou 21 dias. No Estado, o movimento começou dois dias antes de Joinville e já está no 17º dia de paralisação.

    A categoria rejeitou a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de 6,5% de reajuste sobre os salários, a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e os auxílios refeição, alimentação, creche, e abono de R$ 3 mil.

    Os sindicatos alegam que a oferta ficou abaixo da inflação de 9,57% e representa perdas de 2,8% para o bolso.

    Eles reinvindicam a reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$3.940,24 em junho), PLR de três salários mais R$ 8.317,90, além de outras questões, como melhores condições de trabalho.

    O que fazer

    Como não são todas as agências que estão paradas em Joinville, a orientação é para que aqueles clientes que precisarem de algum serviço que não possa ser feito nos caixas eletrônicos liguem antes para a agência para ver se o atendimento será feito.

    Em alguns casos, gerentes estão ajudando os servidores que não estão em greve a resolver emergências ou problemas que não podem ser solucionados nos caixas eletrônicos.

    A orientação da Febraban, a federação dos bancos, é para que os clientes só procurem as agências em casos absolutamente necessários.

    Em nota, a entidade lembra que os clientes podem utilizar os caixas eletrônicos para agendamento e pagamento de contas (desde que não vencidas), saques, depósitos, emissão de folhas de cheques, transferências e saques de benefícios sociais.

    Nos correspondentes bancários (postos dos Correios, casas lotéricas e supermercados) é possível também pagar contas e faturas de concessionárias de serviços públicos, sacar dinheiro e benefícios e fazer depósitos, entre outros serviços.

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