A fabricante chinesa BYD estuda ingressar no automobilismo e avalia a Fórmula 1 como uma de suas principais opções, segundo informações do ge. A empresa busca expandir o apelo global da marca e vê nas corridas um caminho viável.

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O aumento de importância da parte elétrica nos motores híbridos da Fórmula 1, mudança que já atraiu marcas como Audi, Cadillac e Ford, é um dos fatores que chamou a atenção da BYD.

Apesar do interesse, a BYD ainda não tomou uma decisão final. Caso avance, a marca poderia criar uma equipe do zero ou adquirir uma escuderia existente. Entre os obstáculos estão os altos custos, estimados em US$ 500 milhões (cerca de R$ 2,57 bilhões) por temporada.

Se o plano se concretizar, a BYD será a primeira equipe chinesa da história da F1, categoria que cresce no país asiático desde 2004 com o GP de Xangai e a passagem do piloto Guanyu Zhou pelo grid.

O interesse nas pistas surge em um momento positivo para a fabricante chinesa. Segundo a Fenabrave, a BYD foi a marca de carros que mais cresceu no Brasil de um ano para o outro, saltando de 76.811 unidades em 2024 para 112.814 em 2025, um avanço de 46,8%.

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