O milésimo gol da carreira é um dos desejos de Cristiano Ronaldo para o novo ano. A marca tem grandes chances de ser alcançada e também pode ser atingida durante a Copa do Mundo de 2026. Porém, para isso, o craque português deve encarar uma realidade dura.
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Durante uma entrevista coletiva com a seleção de Portugal, em novembro, Cristiano Ronaldo brincou sobre o sonho de fechar os mil gols durante a Copa.
— Seria demasiado perfeito. Mas se esse filme se realizasse, eu encerrava a carreira — contou.
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Veja a média de gols que CR7 precisa fazer para alcançar o milésimo na Copa do Mundo de 2026
O Mundial será disputado entre 11 de junho e 19 de julho deste ano. Até a final da competição, CR7 terá entre 30 e 40 jogos para disputar. Para alcançar o milésimo, ele precisa de 43, uma média de pouco a mais de um gol por partida.
Segundo o ge, estando presente em todas as partidas possíveis no primeiro semestre o craque precisaria cerca de 1,43 gols por jogo (com 30 partidas disputadas). Já com 40 confrontos, seriam 1,07 gols para fazer os 43 e chegar ao milésimo.
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No melhor cenário, estando presente em todas as partidas possíveis no primeiro semestre, Cristiano Ronaldo precisaria de uma média de gols entre 1,43 por jogo (com 30 partidas disputadas) e 1,07 (jogando 40 vezes) para fazer os 43 que o separam do milésimo.
Na última temporada, o camisa 7 do Al-Nassr marcou 41 gols em 46 partidas oficiais, somando uma média de 0,89 por jogo. Foram 33 gols em 37 jogos pelo Al-Nassr e oito em nove compromissos com a seleção de Portugal.
Para correr atrás do objetivo de 2026, Cristiano Ronaldo começa sua temporada de 2026 com o Al-Nassr já nesta sexta-feira (2), contra o Al-Ahli, pelo Campeonato Saudita. Com o clube saudita, o jogador contará com 25 jogos garantidos, podendo chegar a 30 a depender dos resultados da Liga dos Campeões 2 da AFC.
Já em Portugal são cinco jogos marcado, os amistosos contra México e Estados Unidos, em março, e os três jogos da primeira fase da Copa. Caso avance, serão mais cinco partidas eliminatórias até a possível final.
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*Eliza Bez Batti é estagiária sob a supervisão de Marcos Jordão











