A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou, na tarde desta sexta-feira (12), uma nota informando que o ex-técnico da seleção brasileira Carlos Alberto Parreira foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin.

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O que é o linfoma de Hodgkin

De acordo com o Ministério da Saúde, o linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer que se origina no sistema linfático, conjunto composto por órgãos (linfonodos ou gânglios) e tecidos que produzem as células responsáveis pela imunidade e vasos que conduzem essas células através do corpo.

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A sua característica é de se espalhar de forma ordenada, de um grupo de linfonodos para outro através dos vasos linfáticos. A  doença surge quando um linfócito (célula de defesa do corpo), mais frequentemente um do tipo B, se transforma em uma célula maligna, capaz de multiplicar-se descontroladamente e disseminar-se. 

A célula maligna começa a produzir, nos linfonodos, cópias idênticas, também chamadas de clones. Com o passar do tempo, essas células malignas podem se disseminar para tecidos próximos, e, se não tratadas, podem atingir outras partes do corpo. A doença origina-se com maior frequência na região do pescoço e na região do tórax denominada mediastino.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, a doença pode ocorrer em qualquer faixa etária, mas é mais comum entre adolescentes e adultos jovens, sendo entre 15 a 29 anos, adultos (30 a 39) anos e idosos (75 anos ou mais). Além disso, os homens têm maior propensão de desenvolver o linfoma.

Incidência no Brasil

A incidência de casos novos permaneceu estável nas últimas cinco décadas, enquanto a mortalidade foi reduzida em mais de 60% desde o início dos anos de 1970 por conta dos avanços no tratamento. Conforme a Agência Brasil, o linfoma de Hodgkin tem incidência de três casos por 100 mil habitantes.

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Sinais e tratamento do linfoma de Hodgkin

Os tumores do linfoma de Hodgkin costumam se manifestar no pescoço e no tórax. Em estágios avançados, pode acontecer manifestações no abdômen e na medula óssea.

O tratamento exige quimioterapia intravenosa. Além disso, a radioterapia também pode ser prescrita pelo médico, em casos específicos, para potencializar os efeitos da quimioterapia.

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