A construção do Estádio Nacional da Sérvia foi discutida por mais de uma década antes de seu início em 2024. Apesar disso, as obras estão avançando e o local se tornará a nova casa da seleção da Sérvia nos jogos de futebol.
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Veja fotos do Estádio Nacional da Sérvia, em obras desde 2024
Um vídeo do canal SERGIO_SPECTOR, no YouTube, publicado na última segunda-feira (23), mostra o avanço das obras do bilionário estádio, que terá capacidade para mais de 52 mil espectadores e espera-se que apresente uma fachada e arquibancadas repletas de vegetação.
O projeto, que custará cerca de 1 bilhão de euros (R$ 6 bilhões), está sendo financiado pelo governo sérvio e construído por uma empresa chinesa. A previsão é que a obra esteja concluída até o final de 2026.
O estádio será construído em Surčin, um subúrbio a oeste de Belgrado, capital do país. Juntamente com a arena, está sendo construído um complexo de edifícios para a Expo 2027, exposição internacional que será realizada no país.
Por que a Sérvia está construindo um novo estádio nacional?
Atualmente, o maior estádio da Sérvia, onde a seleção nacional costuma jogar, é o Estádio Rajko Mitić (também conhecido como Marakana), do Estrela Vermelha, em Belgrado. O estádio tem capacidade para mais de 50 mil espectadores, mas possui uma pista de atletismo e as arquibancadas ficam distantes do campo.
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A falta de um estádio moderno, com as crescentes exigências de infraestrutura e os exemplos de países vizinhos levou a Sérvia a começar a pensar na construção de uma arena.
Como será o Estádio Nacional da Sérvia
A capacidade do local será de 52.241 espectadores. A fachada será uma estrutura de aço vazada com três terraços. Arbustos e árvores serão plantados em cada um deles, transformando o estádio em um “jardim”. Além disso, o estádio contará com um uso bastante generoso de madeira como elemento estrutural secundário. Externamente, o complexo será cercado por estacionamentos.
Os jardins verdes e os elementos de madeira na fachada levam a associações com o Estádio Olímpico de Tóquio enquanto seu formato circular pode lembrar o Mané Garrincha, em Brasília.
*Sob supervisão de Marcos Jordão


















