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    Opinião 

    Paixão Alvinegra: animal dos bons

    Colunista Ivens Abreu opina diariamente sobre os assuntos do Furacão do Estreito

    28/05/2020 - 08h00

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    Ivens
    Por Ivens Abreu
    edmundo figueira
    Edmundo
    (Foto: )

    Tem jogadores que nascem e são revelados no clube, quando alcançam seus objetivos esquecem de quem os revelou. Por aqui também passaram atletas de renome nacional e que jogaram no Figueirense e até hoje reconhecem o carinho e a importância que o clube lhe deu. Edmundo, um dos destaques que muito contribuiu com o alvinegro, fez inúmeras juras de amor ao clube catarinense no programa Debate Diário da última quarta-feira.

    Coisa de primeira

    O Centro de Formação e treinamentos do Figueirense oferece aos atletas todas as condições e conforto para realização dos trabalhos Composto de 4 campos oficiais, 1 para treinamento, 1 de goleiros, 1 campo de areia, 3 vestiários, uma academia completa, rouparia, alambrados, centro de com vivência, salas de imprensa, fisioterapia, atendimento medico e uma para comissão técnica.

    Secando até em quarentena

    No sábado, dia 31 de maio, as 11h, a SporTv vai passar Figueirense 5 a 1 Vasco da Gama. Tem torcedores do rival que vão ver o jogo para secar tentando mudar o placar. Tenho uma sugestão no Ceará irão transmitir fortaleza 2 x 0 na vizinhança, é só dar um pulinho la e assistir. Se é que tu me entendes.

    Prova da má administração

    Tem centenas de clubes que, hoje, estão com a corda no pescoço, não só pela paralisação da pandemia e sim pelas desastrosas administrações. Não é aceitável clubes como Cruzeiro de Minas e Corinthians paulista estarem falidos com a receita e os patrocinadores que tem. O Figueirense, nas mãos de aventureiros quase faliu, a sorte foi com apoio de Paraliso surgir um grupo que vai sanear o clube e coloca-lo no lugar que já foi seu, respeitado por todo país.

    Tempo bom

    Quem não queria ser um jogador de futebol? No Natal, a cartinha para o papai Noel era sempre pedindo uma bola, seja ela de couro, dente de leite ou de borracha. Se o bom velinho esquecesse não faz mal fazíamos uma de meia e num campinho qualquer improvisávamos uma trave e da lhe bicanca na bola de meia.

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