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    Paixão Alvinegra: fui, fui, tô indo

    Ivens Abreu se despede da coluna do Furacão do Estreito  

    30/05/2020 - 09h00 - Atualizada em: 30/05/2020 - 14h40

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    Ivens
    Por Ivens Abreu
    Ivens Abreu
    Ivens Abreu se despede da NSC
    (Foto: )

    Esse não é o assunto que eu gostaria de comentar. Infelizmente, para o colunista, é um dos dias mais difíceis dos meus 72 anos de vida. Receber um telefonema de um amigo e chefe de redação Marcio Serafini, que nem ele mesmo gostaria de ter feito. Fui informado que a minha Paixão Alvinegra não será mais publicada, depois de quase 20 anos, diariamente, transmitindo ao leitor as emoções vividas por um torcedor com DNA Alvinegro.

    Esse espaço seria para fazer comentários. Fui mais além: garimpei noticias, dei alguns furos de reportagem, comentei, elogiei mais do que critiquei o clube da maior torcida de Santa Catarina. Reconhecido nas ruas, deixo muitos amigos na casa por onde passei e nas mídias sociais, fui feliz em quanto durou. Não sei se um até logo, até mais ou um adeus definitivo. Vou continuar falando do meu Figueirense no meu Twitter.

    Com responsabilidade

    Prefeitura de Florianópolis enviou na tarde desta sexta-feira, através de sua Secretaria de Saúde, resposta positiva à solicitação feita em conjunto pelos presidentes de Figueira e Avaí para uma reconsideração da liberação dos treinamentos na capital catarinense.

    Há quase 20 anos escrevi minha primeira coluna. Sempre brincando com o colega da Paixão Azurra, mas nunca faltando com educação, pois rivais merecem nosso respeito.

    Só para inticar:

    A aparência engana

    Falaram que no sul da ilha tinha um leão e eu me trasportei para o passado. Era ainda uma criança e meus pais me levaram ao circo. O que mais me chamou a atenção foi um homem de roupa branca, botões dourados e um colete preto. Tinha uma cadeira na mão e um chicote na outra, entrou na jaula e eu ainda perquemo fiquei surpreso com tal coragem.

    No dia seguinte, sem as luzes do picadeiro e ali, bem pertinho, num dia claro, passando por onde o circo estava montado, vi aquela jaula com o tal leão. Tinha uma criança com o braço tentando mexer no leão. Eu, tentando ajudar, gritei para alguém:

    - Moço, olha que perigo, aquela criança ali!

    - Não se preocupe. O leão é velho e não tem dentes.

    Será que o do sul da Ilha também é assim? Se é que tu me entendes.

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