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    Paixão Azurra: retrospectiva do Avaí — Estadual e Copa do Brasil 2018

    Colunista Vinícius Bello opina diariamente sobre os assuntos do Leão da Ilha

    26/12/2018 - 06h50

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    Vinícius
    Por Vinícius Bello
    Sem grana, time montado por Claudinei Oliveira não tinha estrelas
    Sem grana, time montado por Claudinei Oliveira não tinha estrelas
    (Foto: )

    Com a proximidade da virada do ano, resolvemos fazer a retrospectiva da temporada de 2018 do Leão, apontando acertos, que servem como modelo, e erros, que servem de lição para 2019.

    Com o descenso de 2017 e com a notória redução orçamentária, o Avaí teve que se ajustar para 2018. Entretanto, caímos com responsabilidade, “sem fazer loucuras” como a diretoria gosta de frisar, o que trouxe uma situação muito mais tranquila do que em 2016. Algumas contratações foram feitas e alguns erros foram cometidos. Chegaram Rubinho, Cametá, André Moritz, Martinuccio e Rafinha. Alguns torcedores sequer lembrarão de certos nomes, e nenhuma dessas contratações funcionou. Serve de alerta para que nome mais certeiros venham.

    Um elenco bastante limitado gerou dificuldades para Claudinei montar o time. O Estadual teve episódios lamentáveis, como os tropeços em casa para Concórdia, Hercílio Luz, Tubarão e Brusque. Terminamos na terrível sexta colocação. Após a tentativa de propor o jogo falhar, Claudinei voltou a jogar um futebol mais reativo, o que deu bons resultados na Copa do Brasil. Após eliminarmos Ceilândia, Juventude e Fluminense, caímos para o Goiás com erros terríveis de arbitragem, culminando na saída de Claudinei Oliveira e a chegada de Geninho.

    Continuaremos amanhã.

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