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Pílulas de saber: Animais continuam sendo uma importante ajuda na pesquisa

Carlos Tonussi traz as últimas descobertas na área da saúde. Fique por dentro!

25/02/2016 - 05h51

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Por Redação NSC
Graças às pesquisas usando ratos e camundongos, a taxa de sobrevivência de 10 anos para mulheres com câncer de mama, por exemplo, aumentou de 40% na década de 80
Graças às pesquisas usando ratos e camundongos, a taxa de sobrevivência de 10 anos para mulheres com câncer de mama, por exemplo, aumentou de 40% na década de 80
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Muitas pessoas dizem que as pesquisas com animais são desnecessárias e, por isso, deveriam acabar. Porém, ao contrário, o uso de animais tem sido de um valor inestimável na pesquisa para a descoberta de tratamentos para doenças como os canceres, o Alzheimer, os derrames, a fibrose cística, além de muitas outras.

De qualquer forma, existe um esforço muito grande dos cientistas para reduzir ou eliminar o uso de animais. Mas se as universidades mais importantes do mundo ainda estão usando animais em pesquisa, é porque eles ainda são insubstituíveis para muitos tipos de estudo.

Ética sempre

Leis em todos os países desenvolvidos garantem que é ilegal usar um animal em pesquisa se existe alguma outra forma de fazer aquela pesquisa. Por isso, os experimentos devem passar por uma revisão de ética antes que eles sejam realizados, e o bem-estar animal é a principal prioridade.

Os roedores são os animais mais comumente utilizado no mundo e mais da metade dos procedimentos estão relacionados com o uso de camundongos geneticamente modificados.

Mais vida

Embora ainda não haja uma cura para todos os tipos de câncer, a pesquisa com animais tem resultado em um grande número de novos tratamentos, os quais têm aumentado tanto o número de pessoas que ficam completamente curadas, como a quantidade de pessoas que ainda estão vivas depois de 10 anos de terem sido diagnosticadas com câncer.

Graças às pesquisas usando ratos e camundongos, a taxa de sobrevivência de 10 anos para mulheres com câncer de mama, por exemplo, aumentou de 40% na década de 1980, para 75% hoje em dia. Isso não é pesquisa para ser abandonada!

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