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    Polícia não descarta possibilidade de crime passional em assassinato de enfermeira em Joinville

    Pacientes lamentaram a morte de Claudia Mara Koppe pelas redes sociais

    31/01/2016 - 15h35

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    Por Redação NSC
    Crime aconteceu ao meio-dia de sábado na zona Sul
    Crime aconteceu ao meio-dia de sábado na zona Sul
    (Foto: )

    A notícia do assassinato da técnica de enfermagem, Claudia Mara Koppe, de 44 anos, foi recebida com muito pesar pelos pacientes que foram atendidos por ela no Hospital Municipal São José. A nota de falecimento publicada pelo hospital Facebook, já teve mais de 600 compartilhamentos, quase mil curtidas e muitas mensagens de solidariedade.

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    - Toda equipe do hospital sente a perda da colega de trabalho e se solidariza com os familiares e amigos neste triste momento de dor - diz a nota.

    Vários pacientes e familiares de pacientes que foram transplantados no Hospital São José deixaram recados de conforto.

    - Meu Deus que triste. Uma profissional exemplar, cuidou de mim e de vários outros amigos transplantados. Que Deus conforte o coração dos familiares e que a espiritualidade a recebe com muito amor e luz. Saudade Eterna - escreveu um dos pacientes no Facebook.

    Claudia deixou um casal de filhos. Eles também fizeram homenagens à mãe pelas redes sociais.

    - Mãe ainda não acredito que você se foi assim tão rápido, não consegui me despedir, não acredito que você se foi meu anjo, está doendo tanto, se tu soubesse, nunca pensei que isso ia acontecer contigo, só Deus sabe a barra que vai ser viver sem você - diz um trecho de uma mensagem registrada pela filha.

    INVESTIGAÇÃO

    Claudia foi morta com um tiro na cabeça por volta do meio-dia deste sábado, dentro da casa dela, no bairro Boehmerwald, zona Sul de Joinville. De acordo com o delegado Fabiano Silveira, que investiga o caso, a mulher foi morta por um rapaz jovem, com aproximadamente 20 anos, que era desconhecido da família. O crime foi presenciado pelo filho de Cláudia de apenas 12 anos.

    Um das hipóteses levadas em consideração pela investigação é a possibilidade de crime passional. Neste caso, o crime teria sido encomendado. Claudia já havia registrado boletins de ocorrência por ameaça contra um ex-companheiro, com quem conviveu por cerca de seis meses. Havia uma medida protetiva contra ele, de outubro do ano passado.

    A polícia procura identificar o executor do crime. A partir daí será possível identificar se houve um segundo envolvimento como possível mandante do crime. Outras possibilidades não são descartadas pela polícia.

    Registro da Claudia Mara Koppe trabalhando no Hospital São José

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