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    São Bento do Sul aparece em destaque em pesquisa sobre gastos do Legislativo

    Município do Norte é o terceiro colocado em ranking estadual. Joinville aoarece em 31º lugar

    12/09/2016 - 03h32

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    Por Redação NSC

    * O colunista estará em férias até 11 de setembro. Sugestões de pautas e notas podem ser enviadas para o e-mail do jornalista Jean Balbinotti -(jean.balbinotti@an.com.br).

    Quanto o eleitor paga para manter o Legislativo municipal? Para responder a esta e a outras perguntas, a Organização Não-governamental (ONG) Observatório Social de São José, da Grande Florianópolis, elaborou o mapa/ranking dos custos das câmaras de vereadores dos 295 municípios de Santa Catarina.

    O documento traz as despesas do exercício financeiro de 2015, com base nas informações fornecidas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), permitindo ao eleitor catarinense conhecer quanto custa um vereador em sua cidade ou quanto cada cidadão contribui anualmente para manter o Poder Legislativo.

    Quanto ao valor que cada cidadão paga para manter a Câmara de Vereadores, o Legislativo de Videira foi o mais econômico em 2015, com valor médio de R$ 20,19 por habitante, enquanto que o de Lageado Grande, o mais caro, com R$ 429,30 por habitante.

    Entre as dez maiores cidades catarinenses, Chapecó foi a cidade que teve a Câmara de Vereadores mais econômica (custo médio de R$ 50,55 por habitante), e Itajaí, a mais cara (R$ 121,34 por habitante).

    Joinville apareceu em 31º lugar no ranking dos mais econômicos, com valor médio de R$ 58,99 por habitante. Em 2014, a cidade ocupava a 41ª posição, com custo médio de R$ 59,89 por habitante.

    Entre os municípios da região, destaque para São Bento do Sul, que ficou em terceiro lugar no Estado, com custo médio de R$ 33,17 por habitanmte. Mafra, no Planalto Norte, em oitavo lugar, com R$ 41,70; e Rio Negrinho, em 10º, com R$ 44,71.

    Bilionários

    A edição de agosto da Revista Forbes Brasil traz a lista dos 165 bilionários do País. Entre os 70 mais ricos, aparecem três catarinenses, todos herdeiros dos fundadores da WEG, de Jaraguá do Sul. São eles: Miriam Voigt Schwartz e família, com uma fortuna estimada de R$ 5,05 bilhões (35ª colocada no ranking nacional); Décio da Silva e família, com R$ 4,9 bilhões (39º colocado); e Dieter Werninghaus e família, com R$ 4,24 bilhões (44º colocado).

    O mais rico do Brasil é o empresário carioca Jorge Paulo Lemann, que atua no ramo das cervejas e acumula uma fortuna de R$ 103,59 bilhões. Sozinho, ele tem 12% da soma dos patrimônios de todos os 165 brasileiros listados pela Forbes.

    Encontro

    O Grupo de Pesquisas em Políticas e Práticas Educativas para a Educação e Infância da Univille realiza, no dia 15 de setembro, um encontro para analisar os planos de governo voltados à educação dos candidatos a prefeito de Joinville. O encontro será aberto aos conselhos municipais, grupos de pesquisa do mestrado em educação da universidade, diretórios acadêmicos e candidatos a prefeito de Joinville.

    Palestra

    Nesta terça-feira, às 19h30, o CDL Joinville promove palestra sobre Gestão de Negócios e Redes Sociais com a empresária Luiza dos Anjos.

    Observatório na Acij

    A Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) participa da reunião semanal da Acij nesta segunda-feira, a partir das 18h30. O primeiro vice-presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar, deve apresentar o Observatório da Indústria Catarinense, uma área da Fiesc voltada ao planejamento e desenvolvimento estratégico da indústria do Estado. Responsável por monitorar os principais fatores que afetam a competitividade industrial em SC, o Observatório analisa o desempenho econômico e as tendências tecnológicas dos setores estratégicos e fornece informações para a tomada de decisões, tanto na esfera estadual quanto na regional.

    Obras na Santos Dumont

    Em seu programa semanal Com a Palavra, o Governador, Raimundo Colombo voltou a falar sobre o andamento das obras de duplicação da avenida Santos Dumont, em Joinville. Segundo ele, "as obras estão indo bem e o problema são as desapropriações". Ou seja, nenhuma novidade.

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