O astro da NBA Stephen Curry, do Golden State Warriors, é conhecido por não fugir do debate. Em entrevista ao canal norte-americano Complex Sports, o jogador soltou a letra sobre os salários na maior liga de basquete.

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— Acho que, por conta da forma como a CBA (Acordo Coletivo de Trabalho da NBA) é estruturada no momento, não podemos participar da equidade. Essa é uma questão importante, porque é uma parceria com a propriedade. É uma parceria com a liga, e estamos com uma receita de curto prazo — disse.

O Acordo Coletivo de Trabalho da NBA (CBA) que Stephen Curry menciona é um contrato assinado pelos donos das franquias (representados pela NBA) e os jogadores (representados pelo NBPA, o sindicato dos jogadores). Esse acordo estabelece diretrizes que regulam o funcionamento da liga, incluindo o teto salarial dos jogadores, regras para trocas e contratos, deveres e direitos de times e atletas, além de benefícios relacionados à saúde, períodos de descanso e outras garantias.

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Stephen Curry reconhece que os salários são altos, porém critica a falta de equidade do CBA, que de acordo com o jogador, favorece a liga.

— Os números parecem absurdos, mas o que a liga está fazendo, seja qual for a área com a qual você queira comparar, até agora é provavelmente dez vezes maior. Então, a ideia de que não podemos participar da equidade enquanto jogamos é parte do motivo pelo qual eu diria que sim, somos mal pagos — completou.

Segundo informações da imprensa norte-americana, Stephen Curry vai faturar 59,6 milhões dólares (aproximadamente R$ 330 milhões na cotação atual) em salários como jogador do Golden State Warriors. Além disso, ele assinará uma extensão de contrato, que no fim totalizará 62,6 milhões dólares (cerca de R$ 350 milhões) no ano.