O ex-técnico da Coreia do Sul, Hong Myung-bo, enfrentou um cenário hostil e de forte revolta ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Incheon após a eliminação da equipe na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Alvo de vaias, ofensas e cartazes que o comparavam ao personagem Pinóquio, o treinador precisou de um forte aparato policial para deixar o local em segurança.
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Segundo informações do ge, a segurança em torno de Hong Myung-bo foi reforçada pela polícia sul-coreana devido a graves ameaças de morte que circularam na internet. Mais de 100 agentes foram mobilizados para isolar o trajeto do técnico, que terminou o Mundial em terceiro lugar no Grupo A, acumulando apenas uma vitória em três partidas disputadas.
Para tentar conter a crise e proteger a integridade do profissional, a Associação de Futebol da Coreia do Sul (KFA) dividiu a delegação no México, trazendo o comandante e mais oito atletas em um voo separado.
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A estratégia, contudo, não diminuiu o tom das cobranças da população e do próprio governo, já que o presidente sul-coreano, Lee Jae-Myung, rotulou o ex-técnico publicamente como “incompetente”, culminando em seu pedido de demissão.
A rejeição a Hong Myung-bo atingiu níveis extremos no país, com estabelecimentos comerciais proibindo a sua entrada e a emissora pública KBS chegando a borrar o seu rosto nas transmissões de televisão.
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