Depois de 10 anos, jogadores da Série A do Campeonato Brasileiro voltam a aparecer licenciados no jogo da EA Sports. A empresa anunciou acordos de licenciamento de clubes brasileiros no game de futebol.

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Veja alguns jogadores da Série A que estão no FC Mobile, da EA Sports

Na quarta-feira (4), jogadores de Botafogo e o Bahia foram adicionados ao EA Sports FC Mobile, com nomes e rostos originais na versão para celular do jogo. Este é o retorno de atletas brasileiros para o jogo após dez anos. A última versão com jogadores licenciados tinha sido a do Fifa 16 (nome anterior da franquia para consoles e PC), lançada em 8 de setembro de 2015.

Com a parceria, os uniformes e escudos oficiais do Bahia e do Botafogo continuarão disponíveis no modo Meu Time do FC Mobile, com a adição de diversos atletas autênticos de cada clube.

Esses jogadores serão adicionados a determinados grupos de atletas do FC Mobile para o Draft, começando a partir do evento Ginga, e poderão ser obtidos por meio de sistemas do jogo, incluindo Drafts e Mercado, sujeitos à disponibilidade.

O Ginga é um evento competitivo focado em modos PvP e que premia quem joga semanalmente com base em suas classificações.

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— Estamos muito felizes com a entrada do Bahia no game e ainda mais satisfeitos em participar de um movimento maior, que recoloca o futebol brasileiro em uma das franquias esportivas mais populares do mundo. Ser um dos poucos clubes do país presentes em uma plataforma global evidencia a força do nosso crescimento e rompe com a lógica de outrora, que se restringia ao eixo Rio–São Paulo. O Bahia fura a bolha e dá um passo importante para a consolidação da nossa marca e para a conexão com nossos torcedores — afirmou Rafael Soares, diretor de Marketing e Negócios do Bahia.

Por enquanto, não há novidades sobre a inclusão dos clubes em versões para console e PC, bem como sobre parcerias com outros times brasileiros. O EA FC conta somente com clubes brasileiros que disputam a Libertadores e a Sul-Americana, com nomes, escudos e uniformes reais, em razão do acordo de licenciamento com a Conmebol, mas com jogadores genéricos, ou seja, sem os nomes e rostos verdadeiros deles.